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Sessão Pipoca #10 - O Iluminado


Título original: The Shining
Duração: 146 minutos
Direção:  Stanley Kubrick
Ano: 1980
Gênero: Suspense
Classificação indicativa: 16+
Elenco: Jack Nicholson (Jack Torrance), Shelley Duval (Wendy Torrance), Danny Lloyd (Danny Torrance), Scatman Crothers (Dick Hallorann), Barry Nelson (Stuart Ullman), Philip Stone (Delbert Grady)
Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) que é contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado, vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornando cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.

Venho guardando na minha prateleira de livros O Iluminado, de Stephen King, faz um certo tempo, mas depois de assistir ao filme minha vontade de lê-lo aumentou drasticamente! E tenho a esperança de que o livro seja muito melhor do que o filme. Por mais que seja um clássico do suspense, uma obra prima de Stanley Kubrick, eu esperava mais. Claro que achei a atuação de Jack Nicholson perfeita, além da atmosfera tensa e sinistra que temos o filme todo ser magnífica, mas eu esperava mais da história.
Sem falar na Wendy! Ela deve ser a esposa mais lerda e submissa que eu conheço. Sendo a única sã em meio a um caos psicológico, acho que ela deveria ter tomado atitudes mais drásticas, antes que fosse tarde. A única parte em que eu senti alguma firmeza na Wendy foi quando ela utilizou (e muito bem), um taco de baseball (não posso dizer mais do que isso, senão vira spoiler). Até o Danny (filho do casal), se mostrou mais ágil do que a mãe em certas ocasiões!
Acho que o que salva o filme são os cenários, a atuação de Jack e o clima tenso. O resto ficou meio vago (sem comentários para o final). Mas acredito que, para quem gosta de filmes com poucos sustos e muita tensão, essa é uma ótima recomendação! Ah, e lembrem-se: "Muitos siso e pouco riso fazem de Jack um infeliz".


Beijos, Anna Thereza!

Sessão Pipoca #8 - A Mulher de Preto

A Mulher de Preto
Título original: The Women In Black
Duração: 120 minutos
Direção: James Watkins
Ano: 2012
Gênero: Terror/ Suspense/ Drama
Classificação indicativa: 14+
Elenco: Daniel Radcliffe (Arthur Kipps), Ciarán Hinds (Mr. Daily), Janet McTeer (Mrs. Daily), Roger Allam (Mr. Bentley), Shaun Dooley (Fisher), Sophie Stuckey (Stella Kipps), David Burke (PC Collins)
Avaliação: ♥♥♥♥♥

Arthur Kipps (Radcliffe) foi enviado por seu escritório para regularizar os documentos de uma mansão abandonada, próxima a um vilarejo, cujas crianças morrem misteriosamente de tempos em tempos, sem que ele soubesse de nada disso. Quando começa a ter uma série de visões sinistras durante a exceção de suas tarefas, inclusive de uma mulher vestida de preto, ele descobre que existe algo relacionado ao passado daquele local e decide investigar, provocando a ira dos moradores e a morte de mais vítimas. Agora, só o tempo para dizer se o seu instinto paternal irá ajudar a resolver esse perigoso e grande mistério.

A mulher de Preto é um filme que podemos caracterizar com uma única palavra: tensão. Ambientes escuros e silenciosos, personagens dramáticos e misteriosos que completam uma atmosfera tão tensa que você às vezes se prepara para sustos que nem existem. Com a incrível atuação de Daniel Radcliffe (Harry Potter) representando Arthur Kipps, o filme ficou muito interessante e cheio de tramas que se desenrolam no final.
Antes de ver o filme, eu havia lido que o livro que originou-o, da Susan Hill, e adorei. Acho que poderia até dizer que senti mais medo lendo o livro do que vendo o filme, por causa dos detalhes. Também posso dizer que Daniel interpretou perfeitamente as expressões que eu esperava ver no personagem de Arthur, assim como também fiquei satisfeita ao ver Aranha, a pequena cachorrinha, que se manteve fiel tanto no livro quanto no filme.
O estilo de filmagem, com a mulher de preto aparecendo mais nos cantos, nos forçando a procurá-la nos detalhes da cena, deixa tudo ainda mais sinistro, nos prendendo até o final. Com o final diferente do livro (Devo admitir: fiquei chocada por um bom tempo), pela primeira vez preferi o desfecho da adaptação, que é menos perturbador. Enfim, é um ótimo filme para aqueles que, assim como eu, adoram um bom suspense. Espero ansiosamente a continuação!


Sessão Pipoca #6 - Chernobyl


Avaliação: ♥♥♥♥
Título original: Chernobyl Diaries
Duração: 88 minutos
Direção: Bradley Parker
Ano: 2012
Gênero: Horror
Classificação indicativa: 14+
Elenco: Alex Feldman, Ingrid Bolso Berdal, Kristof Konrad, Devin Kelley, Jesse McCartney, Nathan Phillips, Dimitri Diatchenko, Jonathan Sadowski e Olivia Dudley
Sinopse: A trama acompanha um grupo de seis jovens que decide fazer um passeio diferente durante as férias. Longe da mesmice de ir para a França, Londres ou outro ponto turístico, eles vão para Pripyat, onde moravam operários trabalhadores da usina nuclear de Chernobyl, famosa pelo acidente nuclear ocorrido em 1986, que deixou, pelas contas do então governo soviético, cerca de 15 mil mortos. Depois de uma volta pelo local, eles percebem que seres estranhos estão acompanhando o grupo. Ao notar que não estão sozinhos, coisas aterrorizantes acontecem.

Esse foi o meu primeiro filme de terror visto no cinema e, devo admitir, foi incrível! O filme quase todo está em meio a uma atmosfera de suspense e tensão, onde você fica totalmente despreparado para os sustos. O estilo da filmagem é aquele em que o cinegrafista parece estar “no meio da confusão”, a câmera está sempre se movimentando quase de um modo “amador”, o que torna tudo ainda mais assustador, pois você tem a sensação de estar dentro do filme. A história é muito interessante, por se tratar de um fato que realmente aconteceu (o desastre nuclear) e ao serem adicionados alguns elementos assustadores a ela, tudo fica mais criativo e apavorante ainda!

Produzido pelo criador de 'Atividade Paranormal', filme traz história ambientada na cidade onde funcionava a usina nuclear de ChernobylProduzido pelo criador de 'Atividade Paranormal', filme traz história ambientada na cidade onde funcionava a usina nuclear de ChernobylProduzido pelo criador de 'Atividade Paranormal', filme traz história ambientada na cidade onde funcionava a usina nuclear de Chernobyl

No começo tudo parece dar certo, nada parece perigoso ou mortal. Mas quando a van do guia turístico não liga e eles precisam passar uma noite na cidade fantasma, eles percebem não estar sozinhos e tudo começa a dar errado. Pessoas começam a morrer brutalmente e o lugar parece cada vez mais habitado, não por humanos, mas sim por vítimas da radiação. As cenas onde esses seres aparecem são sempre escuras e misteriosas, para que o segredo não se revele de uma vez só, além de manter aquele clima de suspense. Vale lembrar que o filme é produzido pelo mesmo diretor de Atividade Paranormal! Um excelente filme para todos os fãs de suspense/terror, com um toque de ficção científica, tornando a história mais sombria ainda!

Produzido pelo criador de 'Atividade Paranormal', filme traz história ambientada na cidade onde funcionava a usina nuclear de ChernobylProduzido pelo criador de 'Atividade Paranormal', filme traz história ambientada na cidade onde funcionava a usina nuclear de ChernobylProduzido pelo criador de 'Atividade Paranormal', filme traz história ambientada na cidade onde funcionava a usina nuclear de Chernobyl

Confira o trailer:



Sessão Pipoca #4 - Gigantes de Aço

♥♥♥♥♥
Título original: Real Steel
Direção: Shawn Levy
Ano: 2011
Gênero: Sci-Fi/Ação
Classificação Indicativa:
Elenco: Hugh Jackman (Charlie Kenton), Evangeline Lilly (Bailey Tallet), Anthony Mackie (Finn), Kevin Durand (Ricky), Hope Davis (Debra), James Rebhorn (Marvin), Dakota Goyo (Max).
Sinopse: Num futuro não muito distante, as lutas de boxe já não são mais travadas entre seres humanos e sim através de robôs enormes, capazes de desferir golpes ultra-potentes e impactantes no oponente e para o espectador. Neste ambiente, Charlie (Hugh Jackman) é um ex-boxeador falido, que se vira com máquinas obsoletas e, quase sempre, perdedoras. Morando de favor com Bailey (Evangeline Lilly), filha de seu falecido treinador, ele acaba sendo chamado pela Justiça por causa do caso da morte da ex-mulher e a futura guarda do filho deles. O problema é que Max (Dakota Goyo) tem 11, Charlie nunca teve o menor contato com ele e, por isso, prefere que ele fique com a cunhada, mediante o pagamento de uma polpuda "recompensa". Mas o garoto é muito esperto e aos poucos vai conquistando o coração do lutador. Para completar, o menino é uma fera nos vídeo games e e tem chances reais de ajudá-lo a treinar uma nova máquina de combate e mudar para sempre o destino deles. Agora, tudo que eles precisavam é começar do zero e ir subindo no ranking para enfrentar o campeão dos campeões.

Depois de Uma Noite no Museu 2, Jogo de Amor em Las Vegas, Doze é Demais 2 e Recém-Casados, Shawn Levy não deixou a desejar em seu mais novo filme, Gigantes de Aço! Desde os primeiros minutos você se apaixona tanto pelos personagens quanto pelas lutas com os incríveis e imponentes robôs. Assim que a história vai se desenrolando, um incrível laço de amor e esperança vai se criando entre Max e Charlie, tornando o filme apaixonante e divertido! Contando também com a maravilhosa atuação de Hugh Jackman, é necessário dizer que seu senso de humor e bravura deixaram tudo mais dinâmico e emocionante!
Em um certo ponto da história, achei que seria possível prever o que iri acontecer... O famoso "clichê", porém... Me surpreendi! Melhor assim. Nada de finais previsíveis por aqui!
Enfim, é um filme muito bom, que vai agradar tanto aos fãs de ficção científica quanto os fãs de uma boa ação.

Confira o trailer:

Sessão Pipoca #2 - A Inquilina

Olá, leitores do L&R! Lembram de mim? Sou Anna T. e vou escrever na Sessão Pipoca ao lado do Tales! E para começar, vou fazer minha primeira crítica a um dos meus gêneros favoritos: suspense. Confiram minha resenha sobre o filme A Inquilina, de Antti Jokinen:

♥♥♥♥♥
Título original: The Resident
Direção: Antti Jokinen
Ano: 2011;
Gênero: Suspense;
Classificação Indicativa: 14 anos;
Bilheteria no Brasil: 58,711 ingressos vendidos;
Elenco: Hilary Swank (Juliet Devereau), Jeffrey Dean Morgan (Max), Lee Pace (Jack), Christopher Lee (August), Aunjanue Lee (Sydney), Sean Rosales (Carlos), Deborah Martinez (Sra. Portes), Shiela Ivy Traister (Enfermeira), Michael Showers (August).
Sinopse: A história de uma das milhões de mulheres americanas, solteiras ou descasadas, que a cada ano mudam-se para um apartamento para morarem sozinhas pela primeira vez. Não sabem quem viveu ali antes delas, não conhecem seus senhorios e não se preocupam em trocar as fechaduras. Após a separação do marido, a bela jovem médica Juliet Demer (Swank) começa uma nova vida no Brooklyn, em Nova York. Seu deslumbrante e espaçoso apartamento parece bom demais para ser verdade, quando ocorrências misteriosas fazem-na acreditar que ela não está sozinha. Juliet descobre o inimaginável... Alguém a está observando.

Esse não foi um dos melhores suspenses que eu já vi.
Os acontecimentos são muito lentos e "exagerados", digamos assim. Devo confessar: senti calafrios em certas partes do longa (talvez por ter visto sozinha), porém nada chocante demais. A personagem principal, Juliet, demora a tomar alguma atitude que deixe os telespectadores mais interessados na história, que é quando ela finalmente resolve colocar câmeras que detectam movimento em seu apartamento. E somente a partir daí, a trama parece ganhar um ritmo novo...
E se me permitem falar do final... Decepcionante! Eu realmente esperava alguma sequência mais criativa ou misteriosa. Há certas mortes que poderiam ter sido evitadas e acréscimo de consequências piores para certos atos... No geral, o filme é razoável, serve para entreter apreciadores do gênero, porém nada extraordinário.

Por Anna Thereza.