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James Dashner - Um Motim no Tempo (Infinity Ring #1)

Um Motim No Tempo
Título: Um Motim no Tempo
Autor(a): James Dashner
Editora: Seguinte
Gênero: Infanto-Juvenil
Nº de Páginas: 239
Ano: 2013
Avaliação: 
Skoob
Quando os melhores amigos Dak Smyth e Sera Froste descobrem o segredo da viagem no tempo - um dispositivo portátil conhecido como Anel do Infinito -, eles acabam envolvidos numa guerra secreta que existe há muitos séculos e decidirá o futuro da humanidade. Recrutados pelos Guardiões da História, uma sociedade secreta que existe desde Aristóteles, as crianças descobrem que a história havia saído desastrosamente de seu curso natural. Agora, Dak, Sera e Riq, o jovem guardião em treinamento, devem voltar no tempo para corrigir as Grandes Fraturas - e, no caminho, ainda salvar os pais de Dak. A primeira parada é na Espanha de 1492, quando um navegador chamado Cristóvão Colombo está prestes a ser lançado ao mar, durante um motim terrível.

O mundo que conhecemos é secretamente dominado por uma ambiciosa instituição chamada SQ, que ao longo de toda a história humana foi a responsável por alterar grandes acontecimentos que definiriam o presente para que o futuro trabalhasse a seu favor. Dak Smyth e Sera Froste (só eu achei os nomes esquisitos?) são melhores amigos verdadeiros prodígios em áreas opostas do conhecimento humano. Munidos de seus brilhantes cérebros, a dupla consegue finalizar um projeto no qual os pais de Dak estiveram trabalhando nos últimos vinte anos: o Anel do Infinito, um dispositivo de viagem no tempo. É quando tudo dá terrivelmente errado e os pais de Dak se perdem no tempo. Os garotos são então recrutados por uma entidade conhecida como Guardiões da História, fundada por Aristóteles com o objetivo de corrigir as Grandes Fraturas provocadas pela SQ ao longo dos séculos. Para a aventura, eles se unem a Riq, um convencido chato especialista em idiomas. A primeira missão do trio ao regredir no tempo é impedir que o desbravador Cristóvão Colombo seja morto num motim em alto mar e, ao mesmo tempo, salvar os pais de Dak.
"Todo mundo já conhecia essa história, e o guia deixou de lado a melhor parte - o destino terrível do homem que os irmãos heroicamente rebeldes deixaram para trás em sua jornada, Cristóvão Colombo."
Me corrijam se estiver errado, mas "viagem no tempo" é um tema que atrai o público tanto quanto o sobrenatural. Ao menos é assim comigo. A minha trilogia cinematográfica preferida de todos os tempos é De Volta Para o Futuro, que foi um marco na minha infância, apesar de eu ter nascido em 1997! Rs. Se você não viu, veja! Quem nunca desejou ter uma máquina do tempo como o Anel do Infinito para voltar alguns minutos atrás e corrigir um erro, ou até mesmo avançar para o futuro, por pura curiosidade? Então o fato de eu desejar ler Um Motim no Tempo de forma compulsória assim que soube de sua existência não me surpreendeu. Quando eu vi que o autor era James Dashner, da magnífica trilogia Maze Runner, só faltou eu me roer de ansiedade!! Rs.
Ontem finalmente encontrei tempo para ler o exemplar enviado pela editora, e fiquei feliz ao constatar que Um Motim no Tempo é realmente tudo o que eu esperava: uma aventura despreocupada, informativa e divertida! James Dashner ganhou minha admiração por conseguir transitar tão facilmente do ambiente obscuro e distópico de Maze Runner, sua outra trilogia, para a narrativa juvenil e fluida de Infinity Ring! Em alguns pontos encontrei até mesmo um pouco de Rick Riordan nele! Dak e Sera são protagonistas incríveis - e não, não esqueci de mencionar o Riq! Rs - e que cativam logo na primeira fala! Eles são gênios de personalidade, e isto foi o que me fez amá-los! Infinity Ring é uma série de sete volumes escritos por autores diferentes (exceto o último, que será concluído por Dashner), e acho seriamente que estão tentando me causar um ataque do coração, porque o segundo foi escrito por Carrie Ryan, autora do surpreendente A Floresta de Mãos e Dentes!! Tem como ficar melhor do que isto!?

James Dashner - Prova de Fogo (Maze Runner #2)

Editora: V&R
Nº de páginas: 400
Ano: 2011
Avaliação: 
O Labirinto foi só o começo... O pior está por vir. Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida quando são acordados no meio da noite por gritos lancinantes de criaturas disformes - os Cranks - que ameaçam devorá-los vivos. Atordoados, os Clareanos descobrem que a salvação aparente na verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam. Para sobreviver nesse mundo hostil, eles terão de fazer uma travessia repleta de provas cruéis em um ambiente devastado, sem água, comida ou abrigo. Calor causticante durante o dia, rajadas de vento gélido à noite, desolação e um ar irrespirável - no Deserto do novo mundo até mesmo a chuva é a promessa de uma morte agonizante. Eles, porém, não estão sozinhos - cada passo é espreitado por criaturas famintas e violentas, que atacam sem avisar. Manipulação, mentiras e traições cercam o caminho dos Clareanos, mas para Thomas a pior prova será ter de escolher em quem acreditar.

James Dashner - Correr ou Morrer (Maze Runner #1)

Correr ou Morrer
Título: Correr ou Morrer
Autor (a): James Dashner
Editora: V&R
Gênero: Distopia
Nº de Páginas: 426
Ano: 2010
Avaliação:  
Skoob
Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato alterna de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.

Oi, gente! Eu estava na Bienal do Livro de Minas algumas semanas atrás, vasculhando as abastadas prateleiras atrás de algum bom livro em promoção ou uma novidade nocivamente interessante, tentando escapar de obras jovem-adultas clichês ou dos novos lançamentos do Nicholas Sparks (o que se mostrou uma tarefa mais do que árdua, rs), quando este título em especial atraiu meu olhar. Bem, não só o título, mas também a arrepiante capa (adoro capas assim!). Com tempo de sobra e sem maiores expectativas, fui ler a sinopse no verso e, como deve ter acontecido com vocês, senti uma ânsia enorme de pegar o livro e sair correndo com ele da tenda apenas para chegar em casa e passar o dia todo lendo!! Rsrs... Bem, foi isso o que eu fiz. Mas paguei antes, claro. E não deu em outra: enquanto não terminava a outra leitura na qual já estava engajado, ficava namorando a lombada de Maze Runner na minha estante, ansiando pelo momento em que poderia finalmente tirá-lo de seu aconchegante cantinho e me proporcionar alguns momentos de diversão com tudo o que mais amo: sobrenatural, ação, suspense e, claro, distopia! Rsrs...
Confesso que esperava algo no estilo de Jogos Vorazes!! Minha ressaca literária da magnífica saga de Suzanne Collins ainda não passou, e eu comprei o livro pensando que seria algo no mínimo semelhante ao enredo do outro grande sucesso de público e crítica... Tive uma grande surpresa: a sinopse pode enganar, mas Maze Runner difere-se em praticamente todos os pontos de Jogos Vorazes. O que só aumentou meu frenesi por acompanhar as reviravoltas da obra ainda mais! Rsrs... Porque, ao iniciar a leitura esperando uma simplória semelhança com outras distopias, acabei me surpreendendo, e num bom sentido!
Aqui você não encontrará um bando de adolescentes lutando entre si para sobreviver num ambiente inóspito. Primeiro porque ele não é inóspito. E segundo porque eles precisam trabalhar juntos, quase formar uma mini-comunidade, para passar pelos ataques dos mortais Verdugos, criaturas que perambulam pelo Labirinto à noite. O contrário dos ideais de Collins em Jogos Vorazes.
Maze Runner é eletrizante, ação e emoção desde que Thomas acorda no elevador e é jogado na Clareira até os decisivos momentos finais! E que final, hein?? O único ponto negativo do livro é o protagonista em si!! Alguns podem discordar, mas achei o tal Thomas tão egoísta e sem-sal... Não sei! Mas nada que atrapalhe o desenvolvimento da história.
Inédito, genial e inspirador, Maze Runner está se encaminhando para se tornar uma das minhas séries prediletas! Ah, e esqueci de mencionar no início do texto que já adquiri a continuação (e já estou lendo). Graças ao meu bom-senso, não precisarei esperar até o mês que vem para adicionar Prova de Fogo à minha lista de compras...