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Richelle Mead - Laços de Sangue (Bloodlines #1)

Laços de Sangue
Título: Laços de Sangue
Autor(a): Richelle Mead
Editora: Seguinte
Gênero: Infanto-Juvenil/ Vampiros
Nº de Páginas: 430
Ano: 2013
Avaliação: 
Skoob
Sydney estava encrencada. Em sua última missão, ela tinha ajudado a dampira Rose Hathaway a escapar da prisão, e essa aliança foi considerada uma traição grave, já que vampiros e dampiros são criaturas terríveis e antinaturais, ameaças àqueles que os alquimistas devem proteger - os humanos. Com sua lealdade colocada em questão, Sydney se sente obrigada a voluntariar-se para uma tarefa nada agradável - ajudar a esconder Jill Dragomir, uma princesa vampira que está sendo perseguida por rebeldes que querem o poder. Caso ela seja capturada e assassinada, a rainha Lissa ficará sem nenhum parente vivo e, como manda a lei, terá de abdicar do trono - o que culminará numa guerra civil tão sangrenta no mundo dos vampiros que certamente afetará a humanidade.Assim, pelo bem dos humanos, Sydney aceita se disfarçar de estudante e passa a conviver diariamente com Jill e seu guardião Eddie, quando os três são matriculados como irmãos no último lugar em que qualquer um procuraria a realeza dos vampiros - a Escola Preparatória Amberwood, em Palm Springs, na Califórnia. Mas entre uma pizza e outra, entre um jogo de minigolfe e uma conversa sobre garotos, ela começa a ter a sensação de que talvez esses seres estranhos não sejam tão maus assim, principalmente Adrian, um vampiro muito próximo de Jill que desperta os sentimentos mais contraditórios - e proibidos - em Sydney...O problema é que além de refletir sobre suas convicções e se preocupar com o seu coração, que anda acelerando mais do que deveria, a garota terá de encarar outros inconvenientes um pouco mais graves, como as tatuagens que viraram febre entre os alunos da escola e que parecem conferir poderes sobrenaturais a quem as usa. De que ingredientes elas eram feitas? Quem estaria por trás disso? Será que havia algum alquimista traidor entre eles? Caberá a Sidney resolver todos esses mistérios e garantir a paz entre os humanos antes que seja tarde demais.
***
Hoje é aniversário da Richelle Mead, uma das minhas autoras favoritas (Academia de Vampiros, A Canção do Súcubo), e para celebrar junto com ela esta importante data a Seguinte, que detém os direitos de publicação do spin-off Bloodlines no Brasil, deu um jeito de rechear a blogosfera literária neste dia, 12/11, com resenhas de Laços de Sangue, o primeiro livro da série. Eu já o li há quase três anos atrás, rs, mas hoje decidi repostar minha própria resenha para não deixar de fazer parte da brincadeira e, é claro, homenagear uma das minhas divas literárias prediletas!  O post original continua o mesmo, para não atrapalhar a cronologia das postagens, mas a resenha permanece inalterada, embora os dados do livro tenham sido atualizados para a versão nacional.
***
Não é novidade para ninguém que eu simplesmente amo a série Academia de VampirosE é sempre uma tortura ter de esperar semanas para meu exemplar chegar pela Amazon, e eu poder continuar esta incrível saga! AV é uma das minhas séries preferidas de todos os tempos, e uma das melhores atualmente no mercado! E acontece que, seis livros depois, meu ânimo pela série não diminuiu. Pelo contrário: fiquei com DPL (Depressão Pós-Leitura). Afinal, Last Sacrifice seria literalmente o Último Sacrifício, e, depois, nada mais de Rose, Dimitri, Lissa, Christian e a turma toda. Fui fuçar no site da autora, a Richelle Mead, para ver se encontrava algo a respeito do filme, já que não queria me despedir dos amados livros tão rápido assim. E o que encontro? Algo mil vezes melhor: a Richelle escreveria um spin-off para a série, chamado Bloodlines. Não preciso dizer que quase dei saltos de alegria no ar, certo? Embora já sabendo que a sarcástica e inesquecível Rose não seria mais a protagonista, minha ansiedade não retraiu-se. E aqui estou eu, exatos dez meses depois, prestes a dizer o que achei do aguardado livro...
E para quem não conhece a série, os vampiros são divididos aqui em três categorias, que vou explicar bem rapidamente: Moroi (os bons), Strigoi (os maus), e Damphirs (Prole de Moroi com humanos ou com outros Dhampirs - são os Guardiões dos Moroi, que os protegem dos Strigoi). Nesse universo, os Moroi também têm um governo monárquico paralelo ao dos humanos. Não, nenhuma dimensão mística ou coisa do tipo. Eles apenas vivem em segredo, e têm um rei (no caso, uma rainha), uma Corte, e escolas para educarem seus filhos e onde os Dhampirs são treinados para protegê-los. Só que o que iremos trabalhar daqui para frente não terá como foco os vampiros. De alguma forma, a autora voltou-se para Sydney Sage (a Alquimista da série original), que é uma Alquimista, e torna-se a protagonista desta nova empreitada. O trabalho da Sydney é cobrir os rastros deixados por vampiros no mundo humano, como contornar casos sobre aparições das criaturas noturnas em lugares públicos e coisas assim.
E, mudando um pouco de assunto, têm essa coisa na lei dos Moroi que não permite que um rei ou rainha se eleja sendo ele/ela o único membro de sua família (não havendo descendentes). E o que acontece é que a rainha Lissa, uma das antigas protagonistas e ainda princesa na série anterior, infelizmente, era a última de sua linhagem. Mas, ao fim de Last Sacrifice, a Lissa descobre que têm uma irmã bastarda, que é Jillian Mastrano (o que foi uma surpresa para todos e também para nós, leitores). Isso faz com que seus planos de tomar o governo Moroi das mãos de corruptos não sejam atrapalhados por uma lei estúpida, e Lissa se elege rainha. Mas ainda existem aqueles que não estão nada felizes com sua eleição, e, para expressar claramente isso, cometem atentados à vida de Jill, tentando fazer, dessa forma, que Lissa torne-se a única viva em sua família e, assim, perca o direito ao trono. Só que a nova rainha está lutando para mudar essa lei a tempo, e, enquanto isso, para proteger a vida da meia-irmã, a envia para uma escola interna em Palm Springs. E onde a Sydney, a Alquimista que mencionei anteriormente, entra na história e ainda por cima vira a protagonista de tudo? Lembram que eu disse que a tarefa dos Alquimistas é cobrir rastros deixados pelos vampiros, para que assim os humanos não os descubram e tudo vire um caos total? Pois é. Com essas disputas monárquicas por poder, o balde não está sendo chutado e causando o maior estardalhaço só na Corte vampira, se é que me entendem.
A ingenuidade dos humanos com relação aos vampiros está em jogo, e Sydney, Alquimista em busca de redenção, voluntaria-se para ir com Jill até a escola em Palm Springs, tornando-se assim uma espécie de protetora, ao lado do Guardião da garota, Eddie, e o irônico e também amargo (o melhor personagem!), Adrian Ivashkov (protagonista da série anterior, que continua mantendo seu cargo frontal aqui), porque ele não tinha nada de melhor para fazer na Corte (rsrs), então embarcou nessa aventura!  Outros grandes mistérios a respeito de caçadores de vampiros e - pior - Strigoi que rondam a área, correm soltos por Palm Springs, e a tarefa de manter a princesa Jill segura torna-se ainda mais arriscada. E ainda há aquela coisa estranha das tatuagens "mágicas", que são bem famosas em Amberwood... Essas tatuagens dão poderes especiais nos alunos, como aumento de QI, resistência física e coisas do tipo. E a Sydney suspeita que um Alquimista corrupto (apenas fórmulas Alquimistas podem fazer isso), está distribuindo essas tatuagens em troca de dinheiro.
Bloodlines não valeu toda a minha expectativa. Infelizmente. Bem, o que posso dizer? Talvez eu estava tão eufórico que esperava algo mais... Brilhante? Surpreendente? O que estou querendo dizer é que as grandes revelações não são tão, tipo, uau!, como nos livros anteriores. E isso porque, entrando no caso do Alquimista corrupto que vende tatuagens mágicas, a autora deixa pistas ao longo de toda a trama sobre quem ele é, e, no fim, não dá em outra mesmo. Tudo bem, poderiam ser pistas falsas, mas a coisa é que não são! Então você fica tipo: Nossa! Só descobriu isso agora!? E a Sydney também parece não estar nada igual àquela de Academia de Vampiros, que aparentava ser uma garota decidida e forte. Em Bloodlines, a Sydney transformou-se em uma alguém fraca, muito influenciável pelas ideias dos outros, e até mesmo hipócrita. Resumindo, não sou lá muito fã dela. Nunca fui.
Fora isso, Bloodlines não é um livro ruim. A trama das tatuagens, apesar de previsível, é bem bolada e nunca imaginada antes por qualquer escritor (é isso que amo na Richelle e, claro, a sua melhor criação, a Rose!). E mesmo não sendo tudo que eu esperava, Bloodlines não deixa de ser um ótimo livro. Convenhamos... É a Richelle Mead. Aquela mulher não escreve nada ruim! Eu quero, preciso ler The Golden Lily logo. Pena que só sairá ano que vem...

HAPPY BIRTHDAY, RICHELLE! YOU ARE TRULY AMAZING!!
"Feliz aniversário, Richelle! Você é verdadeiramente maravilhosa!!"

Ali Cronin - Três é Demais (Garota ♥ Garoto #3)

Três é Demais
Título: Três é Demais
Autor(a): Ali Cronin
Editora: Seguinte
Gênero: Infanto-Juvenil
Nº de Páginas: 304
Ano: 2013
Avaliação: 
Cass está entre as mais inteligentes da classe. Tem uma famíia carinhosa, amigos incríveis, um namorado lindo, um futuro brilhante pela frente. Sua vida é perfeita (ou pelo menos é o que parece). Seus amigos sempre deixaram claro que não aprovam seu namorado. Para piorar, seu melhor amigo se declara para ela - e Cass não sabe como dizer não sem machucá-lo. Na escola, ela está uma pilha de nervos desde que fez a entrevista para tentar uma vaga em Cambridge. Sua confiança vai por água abaixo quando ela tira uma nota C num trabalho de política do colégio. Pouco a pouco, a vida de conto de fadas de Cass vai desmoronando, e ela terá que se esforçar muito para administrar os "pequenos" percalços que vão surgindo pelo caminho e ao mesmo tempo resolver seus grandes dilemas.

Três é Demais é o terceiro livro na série Garota ♥ Garoto, da britânica Ali Cronin, que retrata o cotidiano e as experiências sexuais de um grupo de seis amigos, bem no estilo Skins mesmo (sendo que foi a mesma autora desta série quem adaptou o famoso programa de TV para os livros). A cada volume temos uma nova protagonista: no primeiro (Nada é para sempre) tivemos de "aturar" uma chatonilda chamada Sarah, que estava iludida com relação a um relacionamento e acabou tendo o coração partido. Rs. Em Dizem por aí, a tocha foi passada para Ashley, a mais destemida e legal do grupo, e acompanhamos seu dia-a-dia enquanto ela descobria como é se apaixonar pela primeira vez.
Em Três é Demais, ficamos a par da vida de Cass, talvez a mais panaca (desculpem-me o vocalubário, mas ela é isso mesmo) de todo o grupo. Cass é uma garota de grande potencial e tem um futuro brilhante em Cambridge à sua frente, e a única coisa que a amarra é justamente um garoto, Adam, seu namorado idiota controlador. Cass está sofrendo uma grande pressão por parte do namorado, que não quer que ela estude em Sussex junto com ele, e pela mãe, que faz do possível e o impossível para que a filha siga uma carreira impecável na universidade.
As coisas começam a se complicar quando Cass tira o primeiro C de sua vida, o que a faz acreditar que não é na verdade uma aluna nota A, e depois de um casual encontro com Jack, um de seus amigos que é apaixonado por ela há tempos, e outro com Tom, um cara que, assim como ela, espera ingressar em Cambridge depois do colegial. Cass precisa fazer decisões e rápido, e o que me irritou principalmente em todo o livro é que ela prefere empurrar os problemas com a barriga e ficar lamuriando pelos cantos, reclamando do namorado que não lhe dá a atenção que merece, da mãe e sua pressão esmagadora, das amigas que parecem às vezes excluí-la, e da vida em geral!
Não pensei que pudesse passar tanta raiva com uma protagonista (e olha que a Sarah já era dura de engolir, hein! Rs), e apesar dos problemas da Cass serem até compreensíveis, eu achei que ela fez tempestade em copo d'água com relação a alguns deles, que com simples e honestas conversas poderiam ser solucionados e evitar uma série de outras complicações... Mas enfim! Rs. Eu me apeguei a estes personagens, e por isto lerei até o fim! Que venha então Lição de Amor...

Lemony Snicket - Quem poderia ser a uma hora dessas?

Quem poderia ser a uma hora dessas?
Título: Quem poderia ser uma hora dessas?
Autor(a): Lemony Snicket
Editora: Seguinte
Gênero: Aventura
Ano: 2012
Nº de Páginas: 240
Avaliação: 
Em uma cidade decadente, onde se criam polvos para a produção de tinta, onde há uma floresta de algas marinhas e onde um dia funcionou uma redação de jornal em um farol, um jovem Lemony Snicket começa o seu aprendizado em uma organização misteriosa. Ele vai atender seu primeiro cliente e tentar solucionar o seu primeiro crime, aos comandos de uma tutora que chama carro de “esportivo” e assina bilhetes secretos. Lá, ele vai cair na árvore errada, vai entrar no portão errado, destruir a biblioteca errada, e encontrar as respostas erradas para as perguntas erradas - que nunca deveriam ter passado pela cabeça dele. Ele escreveu um relato sobre tudo o que se passou, que não deveria ser publicado, em quatro volumes que não deveriam ser lidos. Este é o primeiro deles.

Dos livros que li este ano, Mau Começo, o primeiro da extensa série Desventuras em Série, foi um dos mais agradáveis. A vida já é complicada por si só, e o tipo de narrativa doce e morbidamente irônica do Lemony Snicket caiu como uma luva num momento em que eu precisava apenas relaxar curtindo uma boa história, e não deu outra: adorei o livro, já estou com os outros na fila para serem lidos em breve, e, enviado como cortesia da Seguinte, pude degustar Quem poderia ser a uma hora dessas?, o volume inicial de outra coleção do autor: Só Perguntas Erradas. Para começar, decidi ler este livro impulsionado pela beleza da capa. Eu ainda não tinha lido a outra famosa série, só visto o filme, mas algo na louca premissa de Quem poderia ser a uma hora dessas? me atraiu imediatamente:
Uma cidadezinha longe da civilização e literalmente caindo aos pedaços, cujo principal meio de sustento é a comercialização da tinta de polvos, e repleta dos personagens caricaturísticos mais loucos possíveis! Temos, por exemplo, a pequena jornalista que mora num farol e carrega uma máquina de escrever retratando seu cotidiano aonde for. Há a dupla de irmãos que não devem ter mais que dez anos, e trabalham como taxistas, levando pessoas de um ponto a outro da cidade e aceitando como pagamento dicas de bons livros, e um garoto travesso e cruel, que por ironia é filho dos dois únicos policiais da cidade: dois bobalhões que vivem brigando por questões matrimoniais ao invés de solucionarem crimes.
"Saber que uma coisa está errada e mesmo assim fazê-la é algo que acontece com bastante frequência na vida, e duvido que algum dia eu saiba o porquê."
Neste meio, uma versão adolescente de Lemony Snicket é o nosso protagonista. Sim, o próprio autor! Ele vai parar neste fim de mundo acompanhado de sua supervisora, outra com um parafuso a menos na cabeça e dona de uma cabeleira incontrolável, Theodora, para reaver um antigo objeto que foi roubado de uma das famílias mais importantes da região. Mas eles não são os únicos em busca do tal objeto desaparecido e, como Snicket descobrirá nesta estranha empreitada, nem todos merecem sua confiança, e há perguntas que, para seu próprio bem, não deveriam ser feitas.
Que livro gostoso, gente! Sabem aquele enredo que, por mais que não faça sentido e pareça bobo (afinal, o livro é para pré-adolescentes e crianças), te deixa vidrado nos fatos, virando as páginas calmamente, preferencialmente acompanhado de um achocolatado e biscoitos (com luvas, para não sujar nada, é claro), e tão imerso na narrativa que você esquece do mundo à sua volta? Quem poderia ser a uma hora dessas? é este tipo de livro! Tiro meu chapéu à Seguinte mais uma vez: como sempre, a diagramação é perfeita, com novas ilustrações a cada início de capítulo, minha fonte favorita em livros e espaçamento excelente. Impecável tecnicamente, o livro só deixa um pouquinho a desejar perto do fim! Eu esperava que ao menos algumas das "perguntas erradas" fossem respondidas, mas pelo visto isso só acontecerá no segundo livro.
Como Desventuras em Série, não deixo de recomendar esta série! Vale a espiada...

Carrie Ryan - Dividir e Conquistar (Infinity Ring #2)

Dividir e Conquistar
Título: Dividir e Conquistar
Autor(a): Carrie Ryan
Editora: Seguinte
Gênero: Infanto-Juvenil
Nº de Páginas: 216
Ano: 2013
Avaliação: 

Skoob
Depois de garantirem que Colombo descobrisse a América e que a Revolução Francesa fosse um sucesso, Dak, Riq e Sera viajam com o Anel do Infinito para tentar corrigir mais uma falha histórica e salvar a humanidade. O cenário agora é a Paris medieval, e centenas de navios tripulados por guerreiros vikings estão cercando a região, prontos para exigir que a população se renda. Sem saber ao certo que caminho tomar, os três jovens acabam causando uma guerra entre os parisienses e os nórdicos invasores, e se preparam para defender a cidade. Mas a situação se complica quando Dak é capturado e forçado a lutar junto ao exército adversário. Em meio a chuvas de flechas, jatos de óleo quente e ataques de catapultas, os três viajantes só conseguirão sair vivos - e continuar sua missão de restituir a ordem do mundo - se encontrarem um aliado entre os soldados inimigos mais ferozes da história.

Fiquei super animado quando soube que a Seguinte, editora parceira do blog, traria para os leitores brasileiros a série Infinity Ring, que possuirá ao todo sete volumes, cada um escrito por um autor diferente, nos mesmos moldes que a popular saga 39 Clues (que ainda não li). No primeiro livro, Um Motim no Tempo, que é assinado por James Dashner (trilogia Maze Runner), somos apresentados aos prodígios Dak e Sera (um viciado em História e a outra uma amante dos números), dois melhores amigos que, após finalizarem um projeto de máquina do tempo chamado Anel do Infinito, são encarregados de salvar o mundo da perigosa organização SQ, que andou alterando fatos históricos importantes ao longo dos séculos para que o futuro trabalhe a seu favor. Para isso, Dark, Sera e Riq (um garoto metido à besta e especialista em línguas), voltarão ao passado para corrigir as chamadas Grandes Fraturas, e impedir que o presente em que vivem entre em colapso.
Após salvar Cristóvão Colombo de uma morte certa e garantir que ele descobrisse a América, os três aventureiros agora vão parar na Paris medieval, bem no meio do cerco dos vikings de 885-886. Sem maiores informações sobre qual sua missão ali, os viajantes do tempo deduzem que devem impedir a todo custo que a cidade seja sitiada, fazendo com que os parisienses tentem resistir à invasão nórdica, sem perceber que cometeram um grave erro. Uma guerra que não deveria acontecer eclode, e se torna responsabilidade de Dak, Sera e Riq frustrar os planos da SQ, que tem infiltrados entre os vikings, e consertar os estragos que acidentalmente provocaram. Para isso contarão com seus talentos naturais, e até uma inesperada ajuda do campo inimigo.
Infinity Ring está sendo uma das grandes surpresas do ano para mim! Um Motim no Tempo já foi um início de série e tanto, e olhem que o James Dashner ainda deixou grande parte da ação por conta da Carrie Ryan (autora do ótimo A Floresta de Mãos e Dentes). O segundo volume é como o ápice de um filme medieval, com batalhas e ação desenfreada literalmente da primeira página à última!! Como o primeiro, você lê o livro em uma só "sentada", de tão absorvido pelo enredo que fica! Carrie Ryan escreve com propriedade e tece seu cenário de uma Paris medieval de madeira convincente, mas ainda assim senti falta daquela pitadinha de Rick Riordan na escrita do James!! Rsrs. De qualquer forma, adorei este volume! O Riq está até mais suportável, e posso dizer que estou começando a gostar do cara! E, para a alegria dos leitores, a Seguinte está sendo super ágil com as publicações, então não tardará até que saibamos o rumo que a Lisa McMann, autora da elogiada trilogia Wake, tomou no terceiro livro! Não sei vocês, mas mal posso me conter de antecipação!

Ali Cronin - Dizem por Aí (Garota ♥ Garoto #2)

Dizem Por Aí
Título: Dizem por Aí
Autor(a): Ali Cronin
Editora: Seguinte
Gênero: Infanto-Juvenil/ Romance
Nº de Páginas: 282
Ano: 2013
Avaliação: 
Ashley sempre foi a mais descolada da turma. Aquela garota que sabe o quer - festas e mais festas - e que, diferente das amigas, nunca gastou seu tempo sonhando com príncipes encantados. Mas tudo muda quando, um dia qualquer, ela vai ao cinema com sua melhor amiga e conhece Dylan: um garoto lindo, um pouco quieto, de olhos verdes e cabelos incríveis que acaba grudando na cabeça dela. Ashley só consegue pensar naqueles jeans justos, no ar meio desinteressado, nas pernas finas... O efeito é devastador. Mas cada vez que eles se encontram, Dylan tem uma reação diferente: quando estão sozinhos, se dão bem e conversam como amigos; quando se veem nas festas, o garoto a evita. Será que isso é só timidez? Ou na verdade ele tem vergonha de ficar ao lado de uma menina como ela?

Dizem por Aí é o segundo livro da série Garota ♥ Garoto da britânica Ali Cronin (que também adaptou o famoso seriado Skins para os livros), que traz como protagonistas seis adolescentes ingleses com seus próprios problemas pessoais e vida sexual ativa. A cada volume, um deles assume as rédeas da narrativa. No primeiro livro, Nada é Para Sempre (leia aqui a resenha), acompanhamos Sarah e seu conturbado romance com Joe, um londrino que estava ficando com ela apenas por diversão, o que, é claro, não era o que ela pensava. Em Dizem por Aí, quem narra os acontecimentos é Ashley Greene (sim, ela tem o nome da famosa atriz da série Crepúsculo! Rs). Ashley é daquelas com um gênio forte: é a mais festeira e engraçada do grupo, não se dá muito bem com a mãe e principalmente a irmã mais velha, Sasha, e não vê o problema em transar com o maior número de garotos possível em uma só noite. Afinal, ela é jovem.
Ashley nunca foi de ligar muito para o que os outros diziam sobre ela, até o dia em que transa (sem saber, claro) com o namorado de uma das rainhas do colegial e ganha a fama de vadia. Isto na pior época possível, quando finalmente começa a se interessar realmente por um cara. Dylan é meigo, tímido, lindo de morrer e usa jeans apertados comprometedores, e é claro que Ashley não o deixou escapar à sua mira. Mas com todos os rumores que estão rolando envolvendo o seu nome e com sua personalidade auto-destrutiva, irá Ash abandonar o passado e se permitir, enfim, ser amada?
"A propósito, caso esteja pensando quem é essa metida que se ama tanto assim?, a resposta é: basicamente, eu não me amo. Não tenho qualquer ilusão no que se refere a meninos e sexo. (…) O que os meninos querem de mim e o que eu quero (da maioria) deles é diversão e uns amassos. Não há nada de errado nisso."
Apesar de não desviar muito da proposta de romance adolescente do primeiro livro, eu gostei mais deste do que do outro, muito em parte pela nova e desafiadora protagonista, tão diferente da "chatonilda" e ingênua da Sarah!! Rs. O livro também me deixou mais próximo de cada um dos seis personagens. No primeiro, eu os tinha sentido mais distantes e não tão unidos quanto agora. O relacionamento de Ash com a irmãzinha é uma fofura e foi outro ponto alto! Já o rolo com o Dylan não me convenceu muito!! Rs. Eu desejava mais beijos e palavras trocadas, mas tudo bem. Alguns conflitos também não foram solucionados, como a rixa entre Ashley e Sasha, e espero que os próximos volumes tragam algum tipo de conclusão! A coisa boa desta série é que a Seguinte está lançando os volumes em curtos intervalos de tempo, de modo que não precisamos esperar meses a fio para ler o próximo. O terceiro, Três é Demais, está para ser lançado, e este tem como protagonista Cass, a outra cega com outro namorado babaca. Mesmo assim, estou curioso! Rs.

James Dashner - Um Motim no Tempo (Infinity Ring #1)

Um Motim No Tempo
Título: Um Motim no Tempo
Autor(a): James Dashner
Editora: Seguinte
Gênero: Infanto-Juvenil
Nº de Páginas: 239
Ano: 2013
Avaliação: 
Skoob
Quando os melhores amigos Dak Smyth e Sera Froste descobrem o segredo da viagem no tempo - um dispositivo portátil conhecido como Anel do Infinito -, eles acabam envolvidos numa guerra secreta que existe há muitos séculos e decidirá o futuro da humanidade. Recrutados pelos Guardiões da História, uma sociedade secreta que existe desde Aristóteles, as crianças descobrem que a história havia saído desastrosamente de seu curso natural. Agora, Dak, Sera e Riq, o jovem guardião em treinamento, devem voltar no tempo para corrigir as Grandes Fraturas - e, no caminho, ainda salvar os pais de Dak. A primeira parada é na Espanha de 1492, quando um navegador chamado Cristóvão Colombo está prestes a ser lançado ao mar, durante um motim terrível.

O mundo que conhecemos é secretamente dominado por uma ambiciosa instituição chamada SQ, que ao longo de toda a história humana foi a responsável por alterar grandes acontecimentos que definiriam o presente para que o futuro trabalhasse a seu favor. Dak Smyth e Sera Froste (só eu achei os nomes esquisitos?) são melhores amigos verdadeiros prodígios em áreas opostas do conhecimento humano. Munidos de seus brilhantes cérebros, a dupla consegue finalizar um projeto no qual os pais de Dak estiveram trabalhando nos últimos vinte anos: o Anel do Infinito, um dispositivo de viagem no tempo. É quando tudo dá terrivelmente errado e os pais de Dak se perdem no tempo. Os garotos são então recrutados por uma entidade conhecida como Guardiões da História, fundada por Aristóteles com o objetivo de corrigir as Grandes Fraturas provocadas pela SQ ao longo dos séculos. Para a aventura, eles se unem a Riq, um convencido chato especialista em idiomas. A primeira missão do trio ao regredir no tempo é impedir que o desbravador Cristóvão Colombo seja morto num motim em alto mar e, ao mesmo tempo, salvar os pais de Dak.
"Todo mundo já conhecia essa história, e o guia deixou de lado a melhor parte - o destino terrível do homem que os irmãos heroicamente rebeldes deixaram para trás em sua jornada, Cristóvão Colombo."
Me corrijam se estiver errado, mas "viagem no tempo" é um tema que atrai o público tanto quanto o sobrenatural. Ao menos é assim comigo. A minha trilogia cinematográfica preferida de todos os tempos é De Volta Para o Futuro, que foi um marco na minha infância, apesar de eu ter nascido em 1997! Rs. Se você não viu, veja! Quem nunca desejou ter uma máquina do tempo como o Anel do Infinito para voltar alguns minutos atrás e corrigir um erro, ou até mesmo avançar para o futuro, por pura curiosidade? Então o fato de eu desejar ler Um Motim no Tempo de forma compulsória assim que soube de sua existência não me surpreendeu. Quando eu vi que o autor era James Dashner, da magnífica trilogia Maze Runner, só faltou eu me roer de ansiedade!! Rs.
Ontem finalmente encontrei tempo para ler o exemplar enviado pela editora, e fiquei feliz ao constatar que Um Motim no Tempo é realmente tudo o que eu esperava: uma aventura despreocupada, informativa e divertida! James Dashner ganhou minha admiração por conseguir transitar tão facilmente do ambiente obscuro e distópico de Maze Runner, sua outra trilogia, para a narrativa juvenil e fluida de Infinity Ring! Em alguns pontos encontrei até mesmo um pouco de Rick Riordan nele! Dak e Sera são protagonistas incríveis - e não, não esqueci de mencionar o Riq! Rs - e que cativam logo na primeira fala! Eles são gênios de personalidade, e isto foi o que me fez amá-los! Infinity Ring é uma série de sete volumes escritos por autores diferentes (exceto o último, que será concluído por Dashner), e acho seriamente que estão tentando me causar um ataque do coração, porque o segundo foi escrito por Carrie Ryan, autora do surpreendente A Floresta de Mãos e Dentes!! Tem como ficar melhor do que isto!?

Kiera Cass - A Elite (A Seleção #2)


A Elite
Título: A Elite
Autor(a): Kiera Cass
Editora: Seguinte
Gênero: Romance/ Distopia
Nº de Páginas: 360 (Estimadas)
Ano: 2013
Avaliação:  
Skoob
A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.

A Seleção é a história de America Singer, uma garota vinda de uma família de artistas que vive num mundo pós-Terceira e Quartas Guerras Mundiais. O que antes fora os Estados Unidos foi destruído pelo Estado da China e regenerou-se em Illéa, uma monarquia hierarquizada em castas que diminui crescentemente a condição social do indivíduo entre Um a Oito. America é uma Cinco, e sua única perspectiva de vida antes de tudo mudar era poupar dinheiro para se casar com Aspen, seu namorado secreto e que está um número abaixo dela no sistema. Mas então America é escolhida, dentre outras 35 garotas, para participar da Seleção, processo que acontece todo ano em que um príncipe atinge a maioridade, e que é responsável por definir quem será a próxima princesa, e em seguida rainha, de Illéa. Tendo tido o coração partido por Aspen logo antes de tomar a decisão, America muda-se para o palácio real em Angeles e descobre toda uma ostentação e luxo que antes lhe foram negados. Ela só contava poder ficar no palácio tempo suficiente para melhorar a condição social de sua família, mas, inesperadamente, conhece Maxon Schreave, o tal príncipe, e se vê senão apaixonada, de coração aberto e pronta para aceitar um novo e glamouroso futuro. America também é a preferida de Maxon, e ele não tem a intenção de mandá-la embora da Seleção tão cedo! E quando o inevitável romance começa a engatar, eis que chega Aspen no palácio em sua nova função de guarda real!
Em A Elite, America está tomando o tempo que precisa para escolher quem quer, descobrir quem realmente é e o que quer ser. Enquanto Maxon é gentil e está disposto a colocar o mundo a seus pés, Aspen é tudo que ela sempre conheceu e sua única representação de um verdadeiro lar no palácio. E mesmo que ela escolha por Aspen, jamais poderia se acostumar à vida de Cinco após ter uma pequena noção do que seria ser uma Um! E enquanto America analisa calmamente suas opções e tenta dar ouvidos ao coração, as outras cinco garotas restantes na competição sabem exatamente o que - ou quem - querem! E ela está prestes a perder o poder de escolha...
Como vocês podem ver, a situação é bem complicada!! Rsrs...
Eu morro de medo de segundos livros porque, com eles, só pode acontecer uma coisa ou outra: ou ele será tão bom quanto o primeiro, ou será uma decepção insuperável! Não é segredo que virei um grande fã da Kiera e de seu trabalho em A Seleção, e que foi com grande ansiedade que comecei a ler a prova de A Elite enviada a alguns parceiros pela Seguinte! Eu temia que a Kiera fosse tomar o facilitado rumo da "enrolação", que tantos autores e editores parecem adorar esses dias, mas para meu grande alívio, ela deu uma sequência digna a seu improvável conto de fadas distópico e provou-se ser, mais uma vez, uma escritora top de linha!
Comentei na resenha de A Seleção que o livro sequer tinha marcantes características distópicas, e era na verdade uma leve comédia romântica! Em A Elite, Kiera fez questão de desfigurar as máscaras e mostrar o que realmente ocorre por baixo dos panos no palácio real! Desgostei de alguns personagens que antes gostava, fiquei aflito enquanto America tentava assimilar terríveis revelações, e até mesmo mudei de time uma vez ou outra, e agora, como a protagonista, não faço a mínima ideia de quem escolher!! Rsrs...
O teor cruel das distopias está mais evidente aqui que no primeiro, como a Kiera disse que estaria, e esta capa em tons vermelhos e de certa forma até levemente obscura é o retrato perfeito disto!
E posso ser realmente um sortudo, rsrs, mas vocês já podem comprar o livro pela pré-venda ou esperar até o dia 23 para o lançamento! Não está muito longe!! E, finalmente, queria agradecer à editora pela prova antecipada, e já posso dizer que estou morrendo para conferir o que acontece no último livro da trilogia! Sei que a Kiera não vai nos decepcionar!

Kiera Cass - O Príncipe (A Seleção #0,5)

O Príncipe
Título: O Príncipe
Autor(a): Kiera Cass
Editora: Seguinte
Gênero: Distopia
Nº de Páginas: 72 (no meu iPod Touch foram 139)
Ano: 2013
Avaliação: 
Antes que trinta e cinco garotas fossem escolhidas para participar da Seleção... Antes que Aspen partisse o coração de America... Havia outra garota na vida do príncipe Maxon. Conto inédito e gratuito, O Príncipe não só proporciona um vislumbre dos pensamentos de Maxon nas semanas que antecedem a Seleção, como também revela mais um pouco sobre a família real e as dinâmicas internas do palácio. Você descobrirá como era a vida do príncipe antes da competição, suas expectativas e inseguranças, assim como suas primeiras impressões quando as trinta e cinco garotas chegam ao palácio. É uma leitura indispensável a todos que terminaram A Seleção e ficaram querendo mais! Ao final, contém os dois primeiros capítulos de A Elite, segundo volume da trilogia.

A Seleção é um daqueles livros que primeiro você se apaixona pela capa - que é realmente deslumbrante - lê, e depois descobre que o conteúdo interior é ainda melhor que a riqueza ilustradora de fora! Já está na minha estante de favoritos no Skoob, e mal posso esperar para colocar lá também A Elite! Mas A Elite não foi lançado no Brasil ainda, então, por enquanto, tive de me contentar com O Príncipe, que a Seguinte disponibilizou em seu site como um presente de Páscoa aos fãs da trilogia.
O Príncipe nada mais é que um conto simultâneo à A Seleção. Só que, ao invés de ser protagonizado por America, é narrado por, obviamente, Maxon, o tal príncipe. Apesar de ter amado A Seleção, Maxon foi um dos personagens que passaram batidos para mim! Ele é uma boa pessoa e certamente o príncipe dos sonhos de qualquer garota de dez anos que assiste aos clássicos da Disney, mas justamente por ter tais qualidades achei-o sem sal e com uma personalidade nada marcante.
Foi preciso ler O Príncipe para eu ter a chance de entrar na cabeça do segundo regente e, desta vez, realmente conhecê-lo! Por exemplo, em A Seleção, a autora não deixava explícito que ele demonstrara um interesse tão grande por America inicialmente, mas, em O Príncipe, vemos que foi quase amor à primeira vista! Rs...
Adoro ler livros complementares sob os olhos de outros personagens justamente por isto! É oferecida uma visão totalmente diferente dos fatos!
E apesar de Maxon continuar aquele príncipe galante e educado, nada bad boy e sem nenhuma frase de efeito, me senti mais próximo dele com este conto! Não deve ser fácil estar em segundo no comando de uma nação tão grande quanto Illéa e ainda ter de escolher, dentre 35 garotas histéricas, uma para se tornar a próxima princesa e, em seguida, rainha. Eu te entendo, Max! Isso é de enlouquecer qualquer um! Rs...
E qual a minha surpresa quando acabo de ler o conto e vejo que a Seguinte foi muito generosa com seus leitores e disponibilizou ainda uma prévia de A Elite!!?? Só estou mais ansioso ainda para ler a continuação!! Que venha logo!

Cornelia Funke - O Cavaleiro Fantasma

O Cavaleiro FantasmaEditora: Seguinte
Nº de Páginas: 176
Ano: 2013
Avaliação: 
Skoob
Jon Withcroft não estava nada feliz. E quem gostaria de ser mandado para um internato bem quando a mãe tinha arranjado um namorado novo? Pois, quando chegou em Salisbury, o garoto só pensava nos acidentes que o Barba (apelido “carinhoso” pelo qual Jon se refere ao seu grande rival) poderia estar sofrendo e no que seria escrito na lápide dele caso algum escorregão fosse fatal. Até que... na sexta noite em Salisbury, Jon descobre um novo motivo para querer voltar correndo para casa: ele passa a ser perseguido por um bando de fantasmas, que desejava nada mais nada menos que a sua morte. Mas em vez de pedir ajuda para a mãe, Jon recorre a um outro protetor: sir William Longspee, um cavaleiro fantasma que está enterrado na catedral da cidade e que jurou, antes de ser assassinado, estar sempre ao lado dos fracos e inocentes. Ao lado de Jon e de sua amiga Ella, sir William percorre cemitérios e duela contra zumbis, lutando não só para ajudar as crianças como também para cumprir seu próprio destino.