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Retrospectiva 2012: Os melhores singles: parte #2


Confira AQUI a primeira parte
Dando continuidade ao nosso Top 20 de ontem, aqui estão nossos vencedores do ano!

10: Leona Lewis - Trouble: A voz de falsetto que todos aprenderam a amar há alguns anos (cof, cof Bleeding Love) inaugura nosso top 10 com Trouble, a sombria e magnífica balada que serviu como primeiro single de seu terceiro álbum de estúdio, Glassheart, que anda rendendo para a morena bons números ao redor do globo!


09: Gotye (feat. Kimbra) - Somebody That I Used to Know: Alô, alô! Gotiê está no top 10, graças a Deus! Se os charts em 2012 tiveram uma grande surpresa certamente esta foi Somebody That I Used to Know (sdds Lights). Como é possível não se apaixonar pelos vocais inspirados e a melodia que flerta com o indie e pop?

08: Kesha - Die Young: Ke$ha e seu espírito guerreiro nos passam uma onda elétrica de bem-estar e insanidade com Die Young, o carro-chefe do novo disco da intérprete, Warrior. Mais uma canção indispensável para curtir o fim do mundo! Hehehe

07: Christina Aguilera - Your Body: Christina Aguilera não poderia estar mais infeliz com 'Seu Corpo'! Ok, trocadilho horrível, mas não resisti! A ex-Baby Jane lançou este ano Lotus, um disco que talvez entre em nosso top 10 de álbuns daqui a alguns dias, e o injustiçado single Your Body, uma faixa mid-tempo que tinha tudo para dar certo nas paradas... Mas não deu. Mesmo assim, não deixa de ser um grande hit para nós Fighters! \o/ #AutoEstima #BolaPraFrente

06: Carly Rae Jepsen - Call Me Maybe: Alô, alô, graças a... Ok, parei. Já usei isto antes. Bem, Call Me Maybe é Call Me Maybe, né, gente? Não tem muita coisa pra falar! rs. Amamos a música, depois enjoamos dela, depois amamos de novo, e, por fim, odiamos a ponto de não conseguirmos mais nem ouvir a voz adolescente da diva de quase 30 anos. Mas o que vale é a primeira impressão!

05: Conor Maynard (feat. Ne-Yo) - Turn Around: É claro que não poderia faltar Conor! Estão loucos? rsrs. O carinha do R&B e Hip-Hop lançou seu álbum de estreia, Contrast, no meio deste ano, e até o momento está recolhendo os bons frutos de seu trabalho. Turn Around é um deles...

04: Marina ♥ The Diamonds - Primadonna: Marinete e seus Diamantes dão um show de riqueza e narcisismo no single Primadonna, primeiro do incrível maravilhosamente único e brilhante 'Electra Heart'. Mudou muito de um disco para o outro? Sim. Aprovamos a mudança? Sim também!

03: Alicia Keys (feat. Nicki Minaj): Girl On Fire: Alicia Keys está em chamas no novo álbum, Girl On Fire, e este é o primeiro single homônimo. Nem tenho muito o que comentar a respeito da música! É perfeita em todos os sentidos! Alicia prova que consegue surpreendê-lo com seus vocais ásperos e ao mesmo tempo agudos mesmo após muitos anos!

02: Labrinth (feat. Emeli Sandé) - Beneath Your Beautiful: Sim, não nos esquecemos deles! rs. A grande balada do ano, Beneath Your Beautiful é a colaboração do Labrinth com a adorável Emeli Sandé. É uma canção sincera e pura, sem mais... Would you let me see beneath your beautiful tonight? Impossível não se apaixonar! Hehe

01. We Are Never Getting Back Together: 2012 foi um ano marcado por debuts incomparáveis e distintos, retornos triunfantes (ou nem tanto; sdds Xtina), e o ressurgimento de gêneros até já esquecidos para no topo dos charts, mas certamente quem leva a melhor é Taylor Swift, que vendeu mais de 1 milhão de cópias em uma semana apenas de seu novo álbum, Red, e conseguiu levar o single deste, We Are Never... para o número 1 em várias tabelas musicais ao redor do globo! Never, ao mesmo tempo que conta uma história pessoal com um humor distinto, nos faz sentir jovens, tolos e felizes! Ê!! Tem lugar para a Pixie Lott aqui também! Hehe

É neste clima de hits radiofônicos e únicos que encerramos 2012 com chave de ouro! E com os retornos já marcados para o próximo ano (Britney, Kelly Clarkson, Beyoncé e Rita Ora, que infelizmente nem passou por aqui desta vez, rs), tenho certeza que o ano de 2013 será ainda mais divertido e interessante de se acompanhar! Graças a Deus. Ok, ok. Chega! rsrs

Retrospectiva 2012: Os melhores singles: parte #1


O melhor de se ter um blog literário e musical e cinematográfico é possuir uma gama de assuntos diferenciados de cada área para tratar, o que resulta num ano repleto de altos e baixos em várias temáticas. Todos sabemos que o novo livro da J.K. Rowling não é melhor que a eterna saga Harry Potter, e que Alexandra Burke não teria enfrentado um flop violento se não tivesse decidido por se vender ao lado comercial da coisa e ter feito um Heartbreak on Hold repleto de fillers e canções para durar três dias no repertório, não mais. Mas vamos com uma coisa de cada vez...
E como somos um blog muito, muito diversificado (ou seja, teve de tudo aqui em 2012), temo que este tipo de post possa durar até as primeiras semanas de 2013! Isto é, se o mundo não acabar mesmo... rsrs. Piadinha sem graça agora, mas não resisto!! E tem melhor começo que não pelas canções que mais nos cativaram nestes 12 cansativos fabulosos meses?
E cara... Foi difícil chegar a este top 20, mas tenho certeza que vocês concordarão que, realmente, estes são os singles que nos farão nos lembrar do ano que está acabando!

20: Cher Lloyd - Want U Back: A britânica que roubou nossos corações e gargalhadas com seu jeito extrovertido de ser e as músicas despreocupadas e deliciosamente imaturas de seu álbum de estreia, Sticks + Stones, figura em 20 na nossa lista com Want U Back, seu maior sucesso! Até o momento...

19: Adele - Skyfall: A sensação britânica de 2011 que chegou para mostrar que música não é um aspecto visual ainda dá as caras em 2012 com Skyfall, a canção-tema do filme (ótimo, por sinal) 007: Operação Skyfall. Sensualismo e perigo estão impressos nestas letras!

 18: Bruno Mars - Locked Out of Heaven: Ocupando o 18º lugar da nossa lista temos Locked Out of Heaven, mais um sucesso delicinha e pegajoso do Bruno Mars com típicos 'oh yeah yeah' que não soam clichês por incrível que pareça, e uma pegada funky divertida e inovadora.

17: fun. - We Are Young: Mesmo com a invação 'dubstépica', fico feliz em anunciar que há espaço na nossa listinha para uma banda indie pop que está ativa desde 2009, mas só veio chamar atenção da mídia em 2012, com o fantástico álbum Some Nights, e seu debut de sucesso na Billboard, We Are Young.

16: Carrie Underwood - Blown Away: Este ano a rainha do country contemporâneo deu as caras novamente em Blown Away, seu literalmente explosivo quarto disco, e nos presenteou com a faixa homônima, um verdadeiro festival de vocais com uma atmosfera sombria e contagiante. Definitivamente uma das grande surpresas do ano!

15: One Direction - Live While We're Young: Nunca é cedo demais para ouvir novo material do One Direction, mesmo quando ainda estamos digerindo o disco anterior, e os garotos voltaram ao topo das paradas este ano com Take Me Home, o bem-sucedido segundo álbum de estúdio, com hits como Little Things e, claro, aquela que todos adoram, (e nós também), Live While We're Young!

14: Cheryl Cole - Call My Name:
Cheryl Cole e suas milhões de luzes podem não ter brilhado tanto quanto esperávamos este ano, mas não há sombras de dúvidas de que Call My Name, primeiro single do último álbum, é um grande marco para 2012! Mesmo sendo aquela farofinha comercial básica apenas para alcançar o número 1.

13: Nicki Minaj - Starships: A estreia de Nicki Minaj na dance music não poderia ser mais grandiosa quanto as brilhantes naves estelares e o batidão de Starships, que, na confusão de Auto-Tune, ainda encontra espaço para um rap básico da nossa trinidense favorita.

12. Try: Se tem uma música de superação que conseguiu se equiparar à Beautiful, clássico da Christina, esta certamente é Try, nova baladinha radiofônica da P!nk com vocais sinceros e tudo para dar certo nos charts! P!nk lançou este ano o The Truth About Love, um dos grandes marcos de 2012 para o blog, e já estamos malucos por mais!

11. The A Team: Um artista que não poderia faltar nesta Retrospectiva 2012 é o Ed Sheeran. Na verdade, The A Team foi lançada há dois anos atrás, mas só ganhou o merecido reconhecimento nos charts agora, de modo que está contando! rs. A belíssima balada faz parte do álbum de estreia do rapaz, + (sim, plus mesmo! rs), um dos melhores discos que você ouvirá em sua vida!

É isto por enquanto, mas fiquem ligados que amanhã terá a continuação do top 20, e na próxima semana muito mais! Para o pessoal que anda sentindo falta de resenhas... Aguentem só mais um pouquinho, ok? Podem fazer isto por mim, que é um irresponsável que anda deixando-os na miséria por um mês inteiro? rs.
Até logo mais, e boa sorte a todos vocês se o mundo realmente acabar na semana que vem! Ok, vou parar com as piadinhas! rsrs

(Review) Lana Del Rey está mais anos 50 que nunca no etéreo 'Paradise'!



Notícia boa para os fãs de música!
Como semana que vem vou ficar integralmente fora do ar por razões pessoais, hoje vai ter mais uma review musical! Mas e os livros? Como ficam!? Podemos contar no dedo o número de resenhas literárias deste mês, e sei que estou perdendo leitores, e não é muito menos meu objetivo mudar o nome do blog para Músicas & Rabiscos, mas infelizmente não tenho tanto tempo para a leitura como antes... Se tudo der certo, na semana que vem as resenhas já voltam ao normal!
Mas agora que tal falarmos um pouco de Lana Del Rey, a beiçuda que tomou conta de nossos corações (e iPods) este ano com o álbum Born to Die? A cantora indie ganhou reconhecimento global após a viral Video Games, que foi sua alavanca para o sucesso, e uma sequência de singles que, embora não tenham feito uma aparição significativa nas tabelas mundiais, impressionaram a todos com a gama artística e vintage de seus vídeos musicais. Paradise é o primeiro EP de inéditas da americana, e, como o esperado, nele Lana só quer exaltar a pátria e 'dirigir rápido'!
Que tal darmos uma olhada mais de perto neste paraíso retrô tão deslocado no cenário caótico da música atual?

01. Ride: A tarefa de abrir as portas do 'Paraíso' ficou por conta de Ride, o primeiro single e a balada indie com influências no soul e no pop barroco que já nascera morta nos charts, mas que, após um épico curta-metragem como videoclipe, ganhou um significado lírico totalmente diferente que não fosse "eu só dirijo".

02. American: A segunda faixa resume em quatro minutos e pouco a fascinação de Lana por sua pátria, com direito a citações à ícones como Elvis Presley e Bruce Springsteen. É a minha letra favorita de todo o EP, mas, para contrabalancear, tem uma das melodias mais fracas. 

03. Cola: Certamente a grande surpresa pela qual todos esperávamos, Cola é a literalmente deliciosa canção que, se não inova com relação à sonoridade, surpreende pela letra incomum e inevitavelmente polêmica. 'My pussy taste like Pepsi cola'...

04. Body Electric: O amor à pátria e agora à religião ficam evidentes na indubitavelmente apática Body Electric, uma fraca e falha representação do espírito juvenil selvagem e indomável presente no trabalho anterior.

05. Blue Velvet: Regravação do clássico originalmente gravado pelo grupo The Clovers, Blue Velvet é quase um suspiro de alívio após a morbidez incessante de Body Electric. A magia da gravação original nunca será superada, mas podemos dizer que Lana fez um cover à altura, tanto que o mesmo tornou-se minha canção favorita do EP.

06. Gods & Monsters: Qualquer prestígio que Lana tenha adquirido anteriormente com a regravação de Blue Velvet é perdido com Gods & Monsters, a inquietante faixa indie que coloca a credibilidade da garota que nos encantou em hits como Video Games e Born to Die em risco.

07. Yayo: Facilmente a mais fraca e sonolenta faixa, Yayo é uma balada quase incompreensível e totalmente descartável, apesar de, não devemos negar, demonstrar um lado Soul da artista nunca antes visto, e vocais marcantes na reta final do EP. O fato de Yayo ser a mais longa faixa também não trabalha ao favor da Lana...

08. Bel Air: A clássica história dos amantes desafortunados do bairro classista Bel Air inspira novos e agradáveis ares ao curto álbum, reivindicando para si o título do mesmo ao apresentar a melodia etérea e a atmosfera sobrenatural pelas quais nos apaixonamos em Born to Die. É no mínimo sensacional!

09. Burning Desire: Exclusiva do iTunes, Burning Desire é uma daquelas músicas que estão tão confortavelmente instaladas como faixas bônus quanto I Found A Boy, do 21 de Adele. Mas não se pode negar que Ride e Burning Desire sendo dispostas como limites opostos no EP é um fator interessante, até mesmo porque ambas são muito semelhantes liricamente.

Paradise não foi um EP que agradou à maioria... Principalmente àqueles que conheceram a artista após a acústica Video Games. A verdade é que nunca houveram reais expectativas com relações ao mesmo, ao menos de minha parte, por, no fundo, eu saber que Lana viria com reciclagens insatisfatórias de canções de seu verdadeiro primeiro disco de estúdio, Lizzy Grant a.k.a. Lana Del Rey, se vocês me perguntarem, um dos mais fracos recordes que já ouvi na vida. Eu realmente espero que, em discos futuros, Lana dê continuidade ao ótimo e diversificado trabalho iniciado em Born to Die...
Ser um apreciador de música indie é para poucos, mas música indie com inspirações diretas em grupos como o The Clovers e em cantores clássicos como Tony Bennett é para um grupo totalmente seleto e averso ao cenário comercial atual.

Ouça as prévias!

(Review) One Direction consagra-se como a boyband do momento com 'Take Me Home'!

Take Me Home

Quem não conhece ou ao menos nunca ouviu falar do One Direction no último meio ano claramente estava fazendo uma visitinha prolongada à Estação Espacial Internacional, ou mais provavelmente vivendo no Talibã. Então, para você que estava em um lugar ou outro, vou resumir o One Direction como a mais nova fórmula de atração sexual com sotaque britânico entre as mais escandalosas garotas (e até mesmo alguns garotos), que viveram numa seca de boybands após o sumiço dos Jonas Brothers. É o suficiente? Ah, e é preciso dizer que, com apenas um disco de Platina, quatro singles de sucesso lançados e um DVD ao vivo, o quinteto com raízes na Irlanda e no Reino Unido tornou-se, de súbito, a mais grandiosa e importante revelação do mercado musical internacional do ano?
Ok, é bem provável que daqui a uns cinco ou seis anos ninguém sequer lembrará que One Direction um dia sequer existiu, mas vale curtir o som dos caras enquanto ainda é tempo! E, além disso, se os garotos estão se esforçando para mostrar sua relevância, porque não dá-los uma chance?
E então? Bora conferir o que eles nos aprontaram em Take Me Home?

01. Live While We're Young: O primeiro single é aquela farofa pop/rock que você esperaria de uma banda como o One Direction para o verão. Nada tão arriscado, seguindo a mesma fórmula de sucesso que impulsionou os garotos no mercado com What Makes You Beautiful no ano passado, mas também não muito recatado, mostrando um lado mais maturo da banda. B-Side de 5 Colors in Her Hair, do McFly? Se não é, parece muito!

02. Kiss You: A fórmula 'Directioner' se repete em Kiss You, repertório pop/rock radiofônico que se não vai colar nas paradas mundiais ano que vem, ao menos vai fazer barulho no meio Mainstream estadunidense. Devo admitir que o refrão chiclete me pegou desprevenido nesta!

03. Little Things: Ed Sheeran tinha anteriormente composto para o primeiro álbum da banda Moments, uma trágica e injustiçada balada que nem para a edição Standard entrou, e aqui colabora por trás das letras de Little Things, uma cançãozinha romântica que só agradou mesmo os fãs da banda até a morte, mas deixou bocejando aqueles que só deram o play para passar o tempo.

04. C'mon, C'mon: Uma das mais previsíveis faixas a se tornarem singles futuros, C'mon, C'mon não decepciona, mas também não surpreende. Se eu só lembro do refrão e relevo totalmente o resto da música, certamente não diria que é uma das minhas prediletas.

05. Last First Kiss: Resultado de um improvável encontro em estúdio entre Jake Bugg, Gary Barlow e Max Martin, Last First Kiss é a baladinha pop/rock de título contraditório que derreterá seu coração e o fará cantar ao ritmo da música em seu carro na ida ao trabalho como um fã da P!nk que está ouvindo So What pela primeira vez!

06. Heart Attack: AU! Certamente o quinteto fez algumas garotas terem um ataque do coração! Heart Attack é uma boa surpresa disfarçada de single top 20 numa nova produção de Rami Yacoub para o álbum, após uma nada memorável Live While We're Young. Vale o play!

07. Rock Me: Meu Deus, isto é Queen??? Morrendo mil vezes! Acho que ninguém ficou mais animado que eu quando o tímido sample de We Will Rock You começou a tocar! Definitivamente uma das minhas favoritas, e que realmente mostra um lado mais rock-n-roll da boyband!

08. Change My Mind: Balada adorável feita especialmente para derreter fãs apaixonadas. É quase uma Little Things 2.0, mas definitivamente não parecendo uma demo totalmente descartável e muito bem trabalhada!

09. I Would: A nona faixa é a nem um pouco modesta continuação da duvidosa I Want, do álbum anterior, que exige nada senão o melhor no quesito composição por Tom Fletcher e seus parceiros. Depois da rendição de Tom para com o grupo em I Would, você é até capaz de perdoá-lo por ter oferecido anteriormente algo tão mediano de seu repertório não usado. Mas antes o One Direction não era o que é hoje, não é mesmo?

10. Over Again: O clima agitadinho de I Would é seguido pela melancolia já clássica de Ed Sheeran em um tipo de balada já tão típico do One Direction. Over Again é facilmente associada à Same Mistakes, do primeiro álbum, e apesar de ainda ser uma coisinha, não traz aquela sonoridade poderosa que sempre espero de canções do gênero.

11. Back for You: Todo álbum tem sua filler, e Back for You ocupa claramente este cargo em Take Me Home. Mas mesmo sendo totalmente descartável, não quer dizer que não tenha lá seus momentos.

12. They Don't Know About Us: Definitivamente a melhor faixa no álbum, They Don't Know About Us é uma sincera homenagem da banda a suas dedicadas fãs: 'They don't know about the up all nights/ They don't know I've waited all my life'. Começa ao som de um leve e promissor piano que culmina numa faixa down-tempo de dar inveja a bandas de pop/rock que estão há muito mais tempo no mercado.

13. Summer Love: Amores de verão... Nunca duram mais que a estação. E é sobre isto que a última faixa do disco trata. Com vocais verdadeiramente redentores do integrante Niall e um encerramento épico, Summer Love fecha o álbum com chave de ouro.

14. She's Not Afraid: Quem curte um sonzinho rápido e sem pretensões vai amar esta, mas quem está procurando por um lado mais sentimental dos garotos após o término intimista da edição Standard só vai torcer o nariz e pular para a próxima.

15. Loved You First: Dentre as faixas bônus Loved You First é certamente aquela que mais se destaca, apesar de ser facilmente classificada como uma B-Side e ser uma típica album filler, repetindo tudo o que já cansamos de ouvir em faixas como More Than This e Summer Love.

16. Nobody Compares: Aqui o clima etéreo criado por Summer Love, previamente abalado pelas duas faixas anteriores, já deixa de existir. Nobody Compares é uma faixa pop/rock como muitas das outras do repertório da banda, e este é justamente o seu problema: não trazer nada de novo, tanto sonora quanto liricamente.

17. Still the One: Se Nobody Compares era uma síntese do que ouvimos nos dois álbuns, Still the One é a reprise genérica e mais que conclusiva de ambos. Facilmente descartável, e dificilmente lembrada cinco segundos após seu término.

Take Me Home me fez morder a língua e assumir que os garotos do One Direction não são simplesmente produtos saídos do The X Factor a serem vendidos para saciar os sonhos adolescentes de garotas tão acostumadas aos romances fantasiosos de Jane Austen e Stephenie Meyer. Todos tem vozes únicas e distintas que contribuíram para tornar o disco a promessa de uma safra de muitos outros vindos de uma banda duradoura. Então, vamos acabar com os pré-conceitos inseridos aqui e simplesmente apreciar boa música, não ligando para as etiquetas que a sociedade infringe em nós? Não existe música para o gênero feminino ou masculino, mas sim para atender às nossas exigências pessoais.
E, depois desta, claramente qualquer um vai querer 'levá-los para casa'!

NOVO: Ouça o álbum na íntegra!

E o Álbum da Semana é... "The Fame Monster", da Lady Gaga!

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Gostaria de dedicar esta resenha à minha amiga Mariana, "little monster" #1!
Bem, o álbum dessa semana, aliás, o EP dessa semana será “The Fame Monster” da Lady Gaga. Para quem não sabe, EP significa “extended play” e consiste em uma gravação que é longa demais para ser considerado “single” ou curto demais para ser classificado um álbum. Musicalmente, o EP tem como predominância o gênero “pop” com influências do “dancepop” e “synthpop” das décadas de setenta e oitenta, possuindo até elementos da música gótica. A “Mother Monster” relata que a gravação envolve o lado negro da fama expressado pela figura metafórica de um monstro, declara inclusive que seu álbum “The Fame” e esse EP formam uma espécie de “Ying e Yang”, ou seja, um equilíbrio entre o bem e mal. “The Fame Monster” desmembra um lado obscuro da fama por meio de temas como o álcool, amor e sexo, incluindo todos os sucessos da cantora que conquistou o mundo com seu jeito diferente, digamos, excêntrico de fazer música.

E o Álbum da Semana é... "Curiosity: EP", da Carly Rae Jepsen!

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Oi gente!!
Dei um sumiço básico esses dias, né? Rsrs... Mas não pensem que estou deixando o blog para os colunistas assumirem! Eu apenas estou cheio com dívidas escolares aqui, e o livro que atualmente tento terminar tem um tamanho tão descomunal quanto seu conteúdo, além de vários outros pontos que sequer vou ressaltar estarem atrapalhando a leitura!! Bem, mas isso aqui não é minha resenha para o tal livro. Anotem aí, será no domingo. ;)
Estou aqui hoje para falar de Carly Rae Jepsen!
Sim, a garota que bombou nas paradas do mundo inteiro com o megahit Call Me Maybe!! Pode ser que muitos não saibam, mas antes de Call Me Maybe e do EP referente à música, a Carly já tinha gravado outro disco: Tug of War. Nessa época, ela só fazia sucesso no país natal (Canadá), com músicas calminhas e não tão ousadas quanto aquela que vocês supostamente conhecem... Mas nem estou aqui por Tug of War (não gostei tanto assim). Venho resenhar Curiosity, que certamente está em segundo lugar na minha lista de EP's favoritos! (Em primeiro lugar está Cannibal, da Ke$ha)
Para quem desconhece, EP's são álbuns curtinhos que variam de 4 a 8 músicas, embora possam haver mais, e Curiosity traz 6 incríveis faixas que são adoráveis surpresas em seus devidos tempos!! O único ponto negativo de EP's são: você coloca para tocar e, quando percebe, ele já acabou! Rsrs... Curiosity não deve ter mais de meia-hora, mas são minutos de música feliz e descontraída! Nenhuma balada, nenhuma canção depressiva. Adoro também, mas apenas digo que Curiosity é feliz!! E tal felicidade é passada através das letras para o ouvinte! Como hoje trouxe um EP, farei diferente do usual devido às poucas faixas!
Então, sem mais embromações, vamos à resenha?
Call Me Maybe dá início ao EP, e não tenho nada mais a dizer exceto: se você não ouviu, tá esperando o quê??? Corra!!! É o ritmo que bombará por todo o verão! A batida de fundo é tão contagiante quanto a letra em si, e a voz de Rae traz aquela doçura necessária à canção! O melhor hit do ano até o momento! Curiosity é a faixa-título e divide opiniões entre os fãs! Muitos afirmam que esta é melhor que Call Me Maybe... Já outros ficam logo com a outra faixa. E, posso afirmar, após escutar umas tantas vezes e comparar uma à outra, que Call Me Maybe é sim a melhor!! É certo que a sonoridade é semelhante, mas, convenhamos... Curiosity não tem aquele refrão gostoso e dançante, falta o carisma na letra, e algumas partes se arrastam demais!! Ainda pode dar um segundo single de sucesso, mas jamais alcançará o reconhecimento do primeiro! Picture é a terceira na tracklist e tem uma batida mais calma e moderada que as outras duas. Inicialmente sequer prestei atenção, e mesmo hoje não a considero uma das melhores da Carly, mas certamente consegui enxergar "a graça" na canção. Não sei expressar bem o que é, ou o que está faltando para Picture ganhar um total, mas definitivamente esta não é ruim!! Talk to Me dá linha às canções sticky do disco, e, embora não supere Call Me Maybe, tem lá seu charme especial. Particularmente, adoro sua conclusão! Just a Step Away é o mais próximo de uma contra-balada que você encontrará em Curiosity. Isso faz a música ganhar uma sonoridade toda especial: é dançante, como sugere o cenário retratado pelo ouvinte da letra, mas também pode ser vista por um lado mais sentimental... Fica a critério de cada um, pois cada pessoa enxergará Just a Step Away com olhos diferentes. Eu já  encaro-a como tendo linhas mais "sérias". Both Sides Now é a última faixa do EP e a conclusão perfeita para o mesmo! Muitos podem não saber, mas Both Sides Now é cover para uma música de uma cantora chamada Joni Mitchell, lançada em 1969 sob o nome Both Sides, Now. Ainda não ouvi a versão original, mas a de Carly é apenas perfeita! Aqui acontece o mesmo que em Just a Step Away: você meio que "escolhe" como quer encarar a faixa, dentre os mesmos termos anteriores. Novamente, fiquei pelo lado mais sentimental mesmo!! Rsrs... Both Sides Now traz uma mensagem legal, que certamente se adequou à minha vida no momento! Talvez seja por isso que a defini como minha preferida! :D
Concluindo, Curiosity é um EP obrigatório para você ter em sua playlist!
Ele ainda não foi lançado [oficialmente] fora do Canadá, mas certamente irei comprar caso tenhamos a sorte de uma edição física aqui no Brasil! Ando baixando muitos álbuns legalmente pelo iTunes esses dias, mas ainda não "perdi a tradição"! Rsrs...

...E enquanto o videoclipe para Curiosity não sai, fiquem com Call Me Maybe!

Por Vinícius Costa

E o Álbum da Semana é... "Here We Go Again", da Demi Lovato!


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Olá, leitores do L&R! É com muito entusiasmo que faço a minha primeira postagem! Primeiramente, queria agradecer a Vinícius por ter aberto esse espaço para novas possibilidades! Mas, como já havia sido combinado, iremos revezar a coluna do “Álbum da Semana” em semanas alternadas. Nessa semana, estou trazendo o álbum “Here We Go Again” que a cantora Demi Lovato lançou em meados de 2009, o disco tem como predominância o gênero pop rock, que também foi explorado em seu trabalho anterior “Don’t Forget”, tendo também influencias de R&B, que foi mais explorado no terceiro álbum da cantora “Unbroken”.
Antes de apresentar a resenha do álbum, que tal saber um pouco mais sobre Demi Lovato? Demetria Devonne Lovato é uma atriz/cantora americana que alcançou a fama trabalhando na Disney, sendo protagonista do filme “Camp Rock”, juntamente com o grupo “Jonas Brothers”. Com o sucesso obtido, lançou diversos álbuns e participou da série “Sonny With A Chance”, também engajada em causas envolvendo o preconceito, Demi Lovato conquistou milhões de fãs pelo mundo todo com sua voz potente e promete conquistar o mundo com sua música...

E o Álbum da Semana é... "Trespassing", do Adam Lambert!

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Finalmente foi lançado, no último dia 15, o aguardado segundo álbum de estúdio de um dos mais notórios astros dos últimos anos do American Idol, Adam Lambert! Precedido pelos singles Better Than I Know Myself e Never Close Our Eyes, Trespassing segue a linha de seu predecessor, For Your Entertainment, e apresenta canções pop/rock's incríveis de se ouvir! Seja nas animadas e contagiantes Trespassing, Cuckoo ou Never Close Our Eyes, ou nas poderosas e tocantes baladas Better Than I Know Myself e Underneath, Trespassing mostra que Adam não se tornará um dos tantos esquecidos artistas saídos do Idol! Muito pelo contrário!
Trespassing realmente superou minhas expectativas, e hoje quero dividir este magnífico álbum com vocês! Então...
Vamos à resenha?

E o Álbum da Semana é... "Up All Night", do One Direction!

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*Dedico esta resenha à Tales Leonardo, leitor assíduo do blog e grande fã do One Direction!
Oi gente!
Muitos que acompanham meus posts no Facebook já devem estar sabendo, mas para quem ainda não conhece a fanpage do blog na rede social, eu escolhi Up All Night, disco de estreia do One Direction, como álbum da semana. Para quem não conhece, One Direction (1D) é uma banda que começou fazendo sucesso no Reino Unido, como toda boa boyband europeia, e só veio ganhar destaque mundial com o hit What Makes You Beautiful este ano ano, embora a canção tenha sido lançada no meio do ano passado. Muitos passaram a conhecer o 1D após a explosão de What Makes You Beautiful nos Estados Unidos, mas eu já era fã desde o Reino Unido, já acompanhava as curtas escaladas à fama destes garotos logo após o The X Factor, e conheci e passei a gostar mesmo do som dos caras quando fui checar Gotta Be You, segundo single deste álbum. Logo depois, tornou-se inevitável meu interesse pelo álbum completo e, consequentemente, cada faixa nascida da união destes cinco incríveis artistas.
Ainda falta muito para o 1D se estabilizar no mercado da música mundial, mas, internamente, aposto que eles sobreviverão até o próximo verão...
Então, sem mais embromação, vamos à resenha propriamente dita?

E o Álbum da Semana é... "Blown Away", da Carrie Underwood!

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Ok, gente, o papo a respeito de Não Leia Essa Carta tá ótimo, mas tá na hora de seguirmos em frente, né? Rsrs... Não me entendam mal: por mim, recebia feedback dos leitores todos os dias nesta postagem, mas é um assunto que está me desgastando, física e emocionalmente, e quero apenas "apagar" um pouco do brilho desta resenha aqui. E, para relaxar, porque não um álbum da Carrie Underwood, justamente o seu mais novo, que foi lançado só ontem?
Adoro a Carrie, e, desde que Good Girl saiu (primeira música liberada deste álbum), comecei a ouvir os outros três álbuns, Some Hearts, Carnival Ride e Play On incessantemente, até cansar de todas as músicas, o que, num processo natural, levaria dois anos!! Rsrs... Eu nunca tinha me deparado com um country tão puro e simples como o de Underwood, mas ao mesmo tempo com letras complexas e dinâmicas, que agradam até mesmo os maiores admiradores do pop e que nunca foram muito fã do gênero considerado "caipira". Rs...
Blown Away é o quarto álbum da considerada rainha do country atual, e eis o que achei de seu novo disco:

E o Álbum da Semana é... "Oops!... I Did It Again", da Britney Spears!

File:Britneyspears-oopsididitagainalbum.jpg
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Já fazem doze anos, se não me engano, desde que a princesa do pop Britney Spears lançou seu segundo álbum de estúdio, Oops!... I Did It Again, e assim estabilizou-se permanentemente no mercado da música atual como uma das cantoras mais marcantes da última década, ao lado das rivais Christina Aguilera e Beyoncé Knowles! Apesar de não ser o melhor álbum de Spears, Oops! é charmoso, extrovertido, dançante e ao mesmo tempo docilmente frágil e emocionante. Nesta era Britney abandona a postura comportada de ...Baby One More Time, seu primeiro disco, canta músicas mais ousadas e adquire uma imagem, por assim dizer, mais sexy, embora já tivesse se afirmado como ícone sexual feminino anteriormente. Do álbum foram extraídos quatro singles, apenas os três primeiros de considerável sucesso, e Britney, só com Oops!, conseguiu vender incríveis 20 milhões de cópias em todo o mundo, sendo que na semana de estreia o álbum já passava da marca dos milhões!
Então, sem mais delongas, vamos à resenha?

E o Álbum da Semana é... "Torches", do Foster The People!

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Oi pessoas!!
Queria trazer um álbum diferente do usual pop e rock que vocês vêem ser resenhado por aqui no JTF, e a escolha perfeita foi Torches (2011), primeiro disco de estúdio da banda Foster The People, que explodiu em todo o mundo com o hit Pumped Up Kicks, seu single de estreia. Faz pouco tempo que adquiri minha cópia de Torches do iTunes, mas ele já está na minha lista de álbuns indie-rock prediletos! E, logo, o Foster The People já estará lançando material novo, e não poderia deixar Torches de fora antes do segundo disco!! Rsrs...
Então... Vamos à resenha?

E o Álbum da Semana é... "Can't Be Tamed", da Miley Cyrus!

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Oi gente!
Antes, vim aqui, além de anunciar o Álbum da Semana, dar duas notícias, como sempre uma boa e uma ruim: a ruim primeiro... O JTF não foi selecionado como parceiro da editora Galera Record este ano. Me deixou triste sim, principalmente porque na lista divulgada percebi que há muitos blogs amigos e eu não estou incluso neste meio, mas, por outro lado, não vou me deixar abater por isso! Quem sabe ano que vem não vai?
Agora a notícia boa: Krósvia, ou Simplesmente Ana, livro ainda sem título definido da Marina Carvalho, já resenhado aqui no blog (confira neste link), será lançado em AGOSTO!!! Vocês já podem esperar pela obra ainda este ano! Legal, não?
Então, excluindo os devaneios aleatórios, vamos falar de música!!
Sei que o álbum em questão já foi lançado há certo tempo e quase ninguém fala mais dele, mas resolvi trazê-lo porque foi um dos discos que mais ouvi no fim de 2010/início de 2011, e ele até hoje não teve uma resenha ou menção decente por aqui!
Então... Vamos à resenha?

E o Álbum da Semana é... "Pink Friday: Roman Reloaded", da Nicki Minaj!

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Oi gente!
Desculpem pela demora. Este post deveria ter ido ao ar na quarta, mas como viajei e aqui onde estou a internet é 0,07 centavos por minuto, não tive tanta disposição e tempo assim para dedicar-me ao blog. Mas enfim!! Aqui estou eu e, como prometido, trago para vocês a resenha do Pink Friday: Roman Reloaded, o mais novo álbum da nossa querida rapper Nicki Minaj! Eu particularmente achei este álbum incrível, ainda mais que o anterior, Pink Friday! Então, sem mais delongas, vamos à resenha?
Ah, e antes, para os desinformados: o tal Roman Zolanski é um dos alter-egos da Nicki Minaj. Neste caso, Roman é gay e destemido...

Krósvia: Minha Trilha Sonora

Para todos os livros que leio, crio uma Playlist, porque, para mim, música e livros são coisas indispensáveis na minha vida, e adoro criar conexões entre os não tão distintos mundos.
E no caso de Krósvia - Simplesmente Ana, da Marina Carvalho, não foi diferente! E quero compartilhar minha trilha sonora para o livro com vocês! A propósito, estou acabando de ler o livro, e digo: vale muito a pena! Rsrs...
Segue o link para download do meu álbum improvisado:
Krósvia (OST) Internacional
A tracklist traz apenas artistas internacionais, já que não curto muito a música nacional, e cantores e cantoras dos Estados Unidos e Reino Unido, principalmente meus preferidos, cujas músicas se encaixavam perfeitamente em situações da obra:
Sobre a resenha de Ninth Key, segundo livro da série The Mediator, que tinha prometido para ontem, decidi não fazê-la. Apenas porque o livro não captou minha atenção como o primeiro, e eu meio que não curti muito a história, nem a protagonista, Suze, neste. Ainda não desisti da série, mas achei este (O Arcano Nove no Brasil) bem fraquinho. Então, para não deixar uma mácula nas resenhas da série que ainda estão por vir aqui, deixarei Ninth Key de fora, ao menos por enquanto.
Confira a página de Krósvia e sua sinopse no Skoob aqui.

...c u soon,
vdc

E o Álbum da Semana é... Teenage Dream: The Complete Confection, da Katy Perry!



Katy Perry estava lançando em 2010 seu segundo álbum de estúdio, chamado Teenage Dream, que, inesperadamente, acabaria se tornando um dos maiores sucessos dos últimos dois anos e renderia uma penca de singles de sucesso ao redor do mundo, com cinco canções #1 na Billboard Hot 100, parada musical mais importante nos Estados Unidos, algo que apenas Michael Jackson com seu Bad de 1987 tinham feito antes... Mas Katy não se contentou com o sucesso de California Gurls (feat. Snoopy Dogg), Teenage Dream, Firework, E.T. (feat. Kanye West), Last Friday Night (T.G.I.F.) e The One That Got Away, e tratou logo de revisar antigas canções não lançadas para serem inclusas num relançamento de seu mais famoso disco...

E o Álbum da Semana é... MDNA, da Madonna!

 
Capas das edições Deluxe e Standard, respectivamente.
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Chegou para mim do iTunes há poucas horas a versão Deluxe do novo álbum da Madonna, MDNA. Nunca fui muita fã da "rainha do pop" - na verdade a odiava - até vazar Give Me All Your Luvin', o primeiro single deste álbum, em parceria com a Nicki Minaj e a M.I.A, duas cantoras que simplesmente adoro!! Tive de admitir para mim mesmo que ao menos esta música em especial era boa, e, quando abro o iTunes para comprá-la oficialmente, vejo o tal do MDNA em pré-venda, na sua edição de luxo e por apenas 9,99 em dólar. Pode parecer caro para um disco em formato digital, mas, visando que é a versão Deluxe, e elas geralmente custam 14,99 em dólar, achei uma promoção justa e... Cliquei, comprador irrefreável como sou. Até então estive esperando para ver no que eu tinha me metido, com receio de não gostar das outras faixas tanto quando gostei do primeiro single, mas... Este receio era infundado, como mais tarde notei.

E o Álbum da Semana é... Thankful, da Kelly Clarkson!

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Como prometido, aí está um dos melhores álbuns que você terá o prazer de ouvir em sua vida inteira!!
Não é o álbum com os maiores hits da Kelly, mas é o álbum com os melhores... Não fez tanto sucesso quando seu sucessor, o estrondoso Breakaway, mas nenhuma em Breakaway pode ser comparada à A Moment Like This... Nunca alcançou a tamanha polêmica de My December ou do single Already Gone, do álbum All I Ever Wanted, mas neste há canções tão pessoais quanto Because of You que você se sente passando por todos aqueles sentimentos (bons e negativos), ao mesmo tempo que a Kelly.
Em síntese, Thankful, justamente o primeiro, é o melhor dos cinco discos da cantora. Você se sente... Confortável ouvindo o disco. E isso é o que prezo mais que tudo. Depois que passa a última faixa, ainda dá vontade de voltar e voltar, só pra ouvir cada uma novamente...

E o Álbum da Semana é... Hit Me Like a Man EP, de The Pretty Reckless!

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Eu sei que disse que resenharia o primeiro álbum da Kelly Clarkson, Thankful, esta semana, como parte das "Resenhas de Álbuns Antigos que Nos Remetem ao Passado", rsrs... Mas o novo EP da banda The Pretty Reckless está absolutamente PERFEITO, e acabou de ser lançado!! Três canções inéditas (maravilhosas, por sinal), e duas versões ao vivo de músicas do último disco. Nenhum single foi lançado (acho que o EP é apenas promocional para um possível próximo álbum), e, como todo bom disco promocional, foi lançado exclusivamente no iTunes. Ou seja... Nenhum formato físico para os colecionadores. Rsrs... Não compro o que me dá na telha na loja virtual da Apple, mas, desta vez, não pude deixar a oportunidade passar!! E estou extremamente feliz que a compra valeu a pena!!
Você pode conferir a resenha de Light Me Up, primeiro disco de estúdio da banda, clicando aqui.
Então... Vamos à resenha?

E o Álbum da Semana é... Speak Now, da Taylor Swift!

Oi gente!!
Vocês podem ver por si próprios o resultado do Álbum da Semana da vez!! Speak Now, da princesinha country Taylor Swift, levou a melhor, e numa pontuação avantajada, e será aqui resenhado!! Já é um álbum velhinho (lançado lá no meio de 2010), mas vem sendo promovido através de singles e turnês até este ano, quando o trabalho no disco realmente terminou. A Taylor já está se preparando para lançar um trabalho novo, e não poderia deixar Speak Now passar sem uma avaliação, né? Ainda mais porque foi um dos primeiros CD's que verdadeiramente ouvi, e o primeiro que comprei, então tenho uma ligação especial com ele (rsrs...). É claro que nos dias de hoje sequer ouço as músicas (uma ou duas), mas é inegável que Speak Now já teve seu valor!! Além dos diversos prêmios que a Taylor ganhou com este, conseguiu emplacar o álbum em terceiro na lista dos mais rapidamente vendidos de todos os tempos, atrás apenas de Britney Spears (com Britney, 2001) e Lady Gaga (com Born This Way, 2011). Foram 1 milhão de cópias comercializadas só na primeira semana, e seis singles foram extraídos, sendo eles Mine, Back to December, Mean, The Story of Us, Sparks Fly Ours, respectivamente, além do promocional Long Live (Feat. Paula Fernandes), para o Brasil. #Eca.
Então, sem mais enrolações, vamos lá?