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E o Álbum da Semana é... "Torches", do Foster The People!

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Oi pessoas!!
Queria trazer um álbum diferente do usual pop e rock que vocês vêem ser resenhado por aqui no JTF, e a escolha perfeita foi Torches (2011), primeiro disco de estúdio da banda Foster The People, que explodiu em todo o mundo com o hit Pumped Up Kicks, seu single de estreia. Faz pouco tempo que adquiri minha cópia de Torches do iTunes, mas ele já está na minha lista de álbuns indie-rock prediletos! E, logo, o Foster The People já estará lançando material novo, e não poderia deixar Torches de fora antes do segundo disco!! Rsrs...
Então... Vamos à resenha?

E o Álbum da Semana é... "Can't Be Tamed", da Miley Cyrus!

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Oi gente!
Antes, vim aqui, além de anunciar o Álbum da Semana, dar duas notícias, como sempre uma boa e uma ruim: a ruim primeiro... O JTF não foi selecionado como parceiro da editora Galera Record este ano. Me deixou triste sim, principalmente porque na lista divulgada percebi que há muitos blogs amigos e eu não estou incluso neste meio, mas, por outro lado, não vou me deixar abater por isso! Quem sabe ano que vem não vai?
Agora a notícia boa: Krósvia, ou Simplesmente Ana, livro ainda sem título definido da Marina Carvalho, já resenhado aqui no blog (confira neste link), será lançado em AGOSTO!!! Vocês já podem esperar pela obra ainda este ano! Legal, não?
Então, excluindo os devaneios aleatórios, vamos falar de música!!
Sei que o álbum em questão já foi lançado há certo tempo e quase ninguém fala mais dele, mas resolvi trazê-lo porque foi um dos discos que mais ouvi no fim de 2010/início de 2011, e ele até hoje não teve uma resenha ou menção decente por aqui!
Então... Vamos à resenha?

E o Álbum da Semana é... "Pink Friday: Roman Reloaded", da Nicki Minaj!

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Oi gente!
Desculpem pela demora. Este post deveria ter ido ao ar na quarta, mas como viajei e aqui onde estou a internet é 0,07 centavos por minuto, não tive tanta disposição e tempo assim para dedicar-me ao blog. Mas enfim!! Aqui estou eu e, como prometido, trago para vocês a resenha do Pink Friday: Roman Reloaded, o mais novo álbum da nossa querida rapper Nicki Minaj! Eu particularmente achei este álbum incrível, ainda mais que o anterior, Pink Friday! Então, sem mais delongas, vamos à resenha?
Ah, e antes, para os desinformados: o tal Roman Zolanski é um dos alter-egos da Nicki Minaj. Neste caso, Roman é gay e destemido...

E o Álbum da Semana é... Teenage Dream: The Complete Confection, da Katy Perry!



Katy Perry estava lançando em 2010 seu segundo álbum de estúdio, chamado Teenage Dream, que, inesperadamente, acabaria se tornando um dos maiores sucessos dos últimos dois anos e renderia uma penca de singles de sucesso ao redor do mundo, com cinco canções #1 na Billboard Hot 100, parada musical mais importante nos Estados Unidos, algo que apenas Michael Jackson com seu Bad de 1987 tinham feito antes... Mas Katy não se contentou com o sucesso de California Gurls (feat. Snoopy Dogg), Teenage Dream, Firework, E.T. (feat. Kanye West), Last Friday Night (T.G.I.F.) e The One That Got Away, e tratou logo de revisar antigas canções não lançadas para serem inclusas num relançamento de seu mais famoso disco...

E o Álbum da Semana é... MDNA, da Madonna!

 
Capas das edições Deluxe e Standard, respectivamente.
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Chegou para mim do iTunes há poucas horas a versão Deluxe do novo álbum da Madonna, MDNA. Nunca fui muita fã da "rainha do pop" - na verdade a odiava - até vazar Give Me All Your Luvin', o primeiro single deste álbum, em parceria com a Nicki Minaj e a M.I.A, duas cantoras que simplesmente adoro!! Tive de admitir para mim mesmo que ao menos esta música em especial era boa, e, quando abro o iTunes para comprá-la oficialmente, vejo o tal do MDNA em pré-venda, na sua edição de luxo e por apenas 9,99 em dólar. Pode parecer caro para um disco em formato digital, mas, visando que é a versão Deluxe, e elas geralmente custam 14,99 em dólar, achei uma promoção justa e... Cliquei, comprador irrefreável como sou. Até então estive esperando para ver no que eu tinha me metido, com receio de não gostar das outras faixas tanto quando gostei do primeiro single, mas... Este receio era infundado, como mais tarde notei.

E o Álbum da Semana é... Thankful, da Kelly Clarkson!

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Como prometido, aí está um dos melhores álbuns que você terá o prazer de ouvir em sua vida inteira!!
Não é o álbum com os maiores hits da Kelly, mas é o álbum com os melhores... Não fez tanto sucesso quando seu sucessor, o estrondoso Breakaway, mas nenhuma em Breakaway pode ser comparada à A Moment Like This... Nunca alcançou a tamanha polêmica de My December ou do single Already Gone, do álbum All I Ever Wanted, mas neste há canções tão pessoais quanto Because of You que você se sente passando por todos aqueles sentimentos (bons e negativos), ao mesmo tempo que a Kelly.
Em síntese, Thankful, justamente o primeiro, é o melhor dos cinco discos da cantora. Você se sente... Confortável ouvindo o disco. E isso é o que prezo mais que tudo. Depois que passa a última faixa, ainda dá vontade de voltar e voltar, só pra ouvir cada uma novamente...

E o Álbum da Semana é... Hit Me Like a Man EP, de The Pretty Reckless!

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Eu sei que disse que resenharia o primeiro álbum da Kelly Clarkson, Thankful, esta semana, como parte das "Resenhas de Álbuns Antigos que Nos Remetem ao Passado", rsrs... Mas o novo EP da banda The Pretty Reckless está absolutamente PERFEITO, e acabou de ser lançado!! Três canções inéditas (maravilhosas, por sinal), e duas versões ao vivo de músicas do último disco. Nenhum single foi lançado (acho que o EP é apenas promocional para um possível próximo álbum), e, como todo bom disco promocional, foi lançado exclusivamente no iTunes. Ou seja... Nenhum formato físico para os colecionadores. Rsrs... Não compro o que me dá na telha na loja virtual da Apple, mas, desta vez, não pude deixar a oportunidade passar!! E estou extremamente feliz que a compra valeu a pena!!
Você pode conferir a resenha de Light Me Up, primeiro disco de estúdio da banda, clicando aqui.
Então... Vamos à resenha?

E o Álbum da Semana é... Speak Now, da Taylor Swift!

Oi gente!!
Vocês podem ver por si próprios o resultado do Álbum da Semana da vez!! Speak Now, da princesinha country Taylor Swift, levou a melhor, e numa pontuação avantajada, e será aqui resenhado!! Já é um álbum velhinho (lançado lá no meio de 2010), mas vem sendo promovido através de singles e turnês até este ano, quando o trabalho no disco realmente terminou. A Taylor já está se preparando para lançar um trabalho novo, e não poderia deixar Speak Now passar sem uma avaliação, né? Ainda mais porque foi um dos primeiros CD's que verdadeiramente ouvi, e o primeiro que comprei, então tenho uma ligação especial com ele (rsrs...). É claro que nos dias de hoje sequer ouço as músicas (uma ou duas), mas é inegável que Speak Now já teve seu valor!! Além dos diversos prêmios que a Taylor ganhou com este, conseguiu emplacar o álbum em terceiro na lista dos mais rapidamente vendidos de todos os tempos, atrás apenas de Britney Spears (com Britney, 2001) e Lady Gaga (com Born This Way, 2011). Foram 1 milhão de cópias comercializadas só na primeira semana, e seis singles foram extraídos, sendo eles Mine, Back to December, Mean, The Story of Us, Sparks Fly Ours, respectivamente, além do promocional Long Live (Feat. Paula Fernandes), para o Brasil. #Eca.
Então, sem mais enrolações, vamos lá?

Lady Gaga - Born This Way (Special Edition Tracklist)

Standard Edition/ Special Edition
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Capas à parte...
Sei que já têm algum tempinho desde que este disco em especial foi lançado, mas percebi que nunca resenhei ele aqui no blog, e, para não esquecer novamente e deixar passar outra oportunidade, decidi fazê-lo desta vez! Principalmente porque Born This Way faz parte da minha rareada coleção de álbuns físicos adquiridos monetariamente (adquiri minha cópia na pré-venda de abril passado).
Então vamos lá?

E o Álbum da Semana é... Evanescence, do Evanescence!

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01. What You Want: Primeiro single e uma das mais notórias faixas do trabalho, What You Want foi uma verdadeira surpresa para todos! Evanescence é hard rock/metal/punk, mas, ainda assim, suas músicas anteriores não tinham uma sonoridade tão pesada. What You Want traz isso, e, além disso, é agressiva e envolvente. Não se assustem se nenhuma música do álbum ganhar total, nem minha preferida, mas é porque canções heavy nunca alcançam tal pontuação comigo, já que odeio este tipo de música, exceto quando é Evanescence. Para todo estilo musical do qual você não gosta há uma exceção. E essa regra têm uma imensa rachadura: eu não gosto de sertanejo e de nenhuma "exceção" sertaneja. De 0 a 5: 4.
02. Made of Stone: Confirmada como terceiro single oficial e presente na trilha sonora do quarto filme da saga Underworld, ou Anjos da Noite no Brasil, Made of Stone é uma das piores de todo o disco. Alguns a tem como preferida, mas, sinceramente, não sei como! É chatinha e maçante, e você a esquece de cara quando as próximas músicas começam. Será um desperdício de outras faixas melhores quando for lançada como single. De 0 a 5: 2.
03. The Change: Uma das melhores, definitivamente!! The Change divide o prêmio de "Melhores Vocais do Álbum" com My Heart is Broken! Além disso, o refrão é viciante! De 0 a 5: 4.
04. My Heart is Broken: Segundo single e ao menos até o momento um completo flop (não debutando em nenhuma tabela importante desde o lançamento), My Heart is Broken pode ser considerada a minha preferida do álbum. Não deixa de ser heavy, bem no estilo de What You Want, só que aqui com um tema e letra mais sombrios, mas o que me fez gostar mesmo da música é quando a Amy Lee canta "My heart is broooooken..." no fim, com aquela acústica "auto-tunizada" impressionante!! De 0 a 5: 4.
05. The Other Side: Não está na linha das boas, nem das ruins. É mais uma das clássicas faixas que compõem a "Playlist do "Meio-Termo". De 0 a 5: 3.
06. Erase This: Alguns fãs a têm como preferida, principalmente por sua semelhança com Made of Stone, e isso é algo que eu novamente não entendi!! As duas faixas são umas das piores!! Mas deve ser porque realmente não tenho veia heavy metal. Fazer o quê, né? É a minha opinião. De 0 a 5: 2.
07. Lost In Paradise: Dentro do estilo Evanescence, Lost In Paradise é a coisa mais próxima de uma balada que fãs de pop e balada acharão aqui. É também notável a semelhança com um velho sucesso da banda, Lithium, lá de 2006/2007. Sendo assim, acabei gostando mais desta que de algumas outras. De 0 a 5: 4.
08. Sick: Como What You Want, Sick é um hino de liberdade, e não poderia ganhar uma nota diferente de sua semelhante!! É tão envolvente e enlouquecedora quanto!! Por mim, substituiria Made of Stone como o terceiro futuro single. Ainda dá tempo, Amy! Faça a troca! Não desperdice o álbum lançando justamente as piores no mercado! De 0 a 5: 4.
09. End of the Dream: Outra faixa que me lembra bastante as (por mim) odiadas Made of Stone e Erase This. Não poderia receber uma nota diferente, né? Por mais que eu tente, não consigo entender as predileções dos verdadeiros metaleiros/roqueiros!! Sou da era Pop mesmo. Hehe... De 0 a 5: 2.
10. Oceans: Não traz nada de especial, mas ainda assim é boa (apesar de rapidamente esquecível). De 0 a 5: 3.
11. Never Go Back: Pesada e dark, Never Go Back segue a linha de My Heart is Broken, mas perde nos quesitos vocais e letra. Ainda assim, não deixa de ser razoável! De 0 a 5: 3.
12. Swimming Home: Pop? Rock? Indie? Sei lá!! Só sei que gosto de Swimming Home, e a tenho como uma das melhores! É calmante e bem simples, aquele tipo de letra pela qual você rapidamente apaixona-se! Perdi a conta de todas as vezes que a ouvi tentando dormir. Rsrs... De 0 a 5: 4.

Faixas Bônus da Deluxe Edition

13. New Way To Bleed: New Way To Bleed é definitivamente a melhor das faixas bônus,e  está desperdiçada aqui enquanto outras canções como Made of Stone e Erase This ocupam lugares privilegiados na edição Standard. Bem... Ao menos é uma verdadeira "faixa de luxo." De 0 a 5: 4.
14. Say You Will: Me lembra bastante Oceans e Never Go Back... Ou seja: é razoável. Só que, no caso, bem razoável mesmo. Mas não vou ser crítico demais, não!! Música é para ser ouvida e curtida, não esmiuçada! De 0 a 5: 3.
15. Disappear: A PIOR. Eu nunca me lembro da letra ou da música em si quando a próxima faixa começa!! Não achei que poderia haver uma pior que End of the Dream. Mas há. Ao menos ficou como faixa bônus. De 0 a 5: 1.
16. Secret Door: Existem baladas metal? Porque é isso que Secret Door parece. Não importa. Achei um fiasco, de qualquer forma. De 0 a 5: 2.

...c u soon,
vdc

The Pretty Reckless - Light Me Up

Novamente estive em dúvida sobre qual álbum resenhar desta vez!! Que novidade, hein... Hehe... E, entre Light Me Up, de The Pretty Reckless, e Break the Spell, de Daughtry (duas bandas de rock incríveis), fiquei com a primeira opção, talvez porque goste mais do rock grunge de Momsen e seu estilo sombrio e sexy.
O álbum foi um sucesso apenas no Reino Unido, onde atingiu um pico de 6 nos charts, e nos Estados Unidos flopou geral, chegando à 57 ou alguma coisa assim. Três singles foram lançados do mesmo, sendo eles Make Me Wanna Die, Miss Nothing e Just Tonight, sendo que o único que fez um relativo sucesso foi justamente o primeiro, Make Me Wanna Die, atingindo 13 no Reino Unido. Miss Nothing atingiu um máximo de 40 e alguma coisa, e Just Tonight 117 na UK Singles Chart. Particularmente, não fosse os flops dos dois últimos singles e a inexistência de um quarto devido a isso, penso que Light Me Up ainda poderia gerar alguns sucessos como Factory Girl e You, que, além de arriscarem um top 10 no UK, poderiam até pegar um 1, senão debutar na Billboard! Mas, bem... Isso não foi possível. A era dos singles acabou, mas Momsen ainda continua com a Light Me Up Tour. Na verdade, me pergunto quando será lançada uma coisa nova da banda. Se é que será lançada alguma coisa nova.
Então... Vamos à resenha?

Anúncios de Última Hora + Álbum da Semana, que é... Born to Die, da Lana Del Rey!!

Ei, gente!!
Quis prolongar um pouco os quinze minutos de fama de Silêncio aqui no blog, mas, de acordo com o novo cronograma, a resenha do álbum semanal devia ser publicada hoje... Mas, de qualquer forma, não deixem de conferir o último post! Para quem perdeu a avaliação do livro da Becca Fitzpatrick e ainda quer comentar, siga o link!!
Antes de mais nada, queria agradecer aos meus amigos no Skoob, que suportaram todas as minhas mensagens de divulgação e aporrinhamentos até que vieram aqui no Neurose conferir mesmo! Rsrs... E anunciar que estou prestes - prestes, não está confirmado ainda - a consolidar uma parceria com uma das minhas editoras prediletas, a Novo Século! A Novo Século é responsável pela publicação de minha série infanto-juvenil número um, a House of Night, que acompanho desde lá de 2009, e coleciono em minha estante todos os volumes de Marcada até Despertada. Enviei o formulário e estou esperando o e-mail de confirmação de cadastro no Clube de Blogueiros NOS, então os manterei informados nos dias que se seguirem! Cruzem os dedos para tudo dar certo!!
E, finalmente deixando o assunto livros e mergulhando no assunto música, trago para vocês a resenha do álbum que mais ouvi esta semana: Born to Die, da Lana Del Rey. Ah, e antes que eu esqueça!! O Neurocharts estava prestes a ser atualizado (quem me acompanha no Facebook já sabe da história), já na posição 10 do Top 10 Songs, quando a energia acaba por dois segundos e eu perco tudo!! Quem mora na minha cidade e segue o blog poderá confirmar!! Bem, a não ser que seja apenas em meu bairro ou alguma coisa assim... Então, fiquei deprimido e sem vontade de fazer tudo outra vez, e isso acabou ficando pra amanhã mesmo... Mas não sem antes de dar um berro super do mal e amaldiçoar a CEMIG, que por sinal fica aqui na porta de casa.
Então... Vamos à resenha?
01. Born to Die: O álbum da Srta. Plástica (nada contra, só avisando!! Rsrs...) começa exatamente com a faixa-título, Born to Die. Antes de mais nada, gostaria de avisar que Lana Del Rey tornou-se reconhecida por suas letras ousadas e... Sombrias seria a palavra certa? Ou melancólicas? Ambas? Bem, de qualquer modo, Born to Die não foge à regra. Um amor quebrado. Almas torturadas. A triste constatação do fato de que Nascemos Para Morrer. Identifiquei-me bastante com a letra. Lana segue o mesmo estilo de pensamento que eu, só que ela é mais radical... Em alguns pontos, e não só nesta canção, ela deixa claro que às vezes sente que a vida não tem sentido. Só existimos pelo dinheiro, drogas e sexo. Foi a única coisa que me incomodou, mais no álbum do que nesta faixa em especial, mas ela ainda traz leves traços das mórbidas ideias. É o segundo single do disco. De 0 a 5: 4.
02. Off To The Races: A mais divertida (talvez a única), do álbum, e que tenho certeza que se tornará um single algum dia, Off To The Races transforma os vocais quase silenciosos e pacatos de Del Rey em algo mais agudo e brincalhão, deixando de lado o tema sombrio do disco e embarcando numa bem-humorada declaração de amor ao interesse amoroso da artista. Imperdível. Só não ganha total porque eu meio que prefiro a Lana de Born to Die e Video GamesDe 0 a 5: 4.
03. Blue Jeans: Não gostei tanto assim da primeira vez que ouvi, mas depois apaixonei-me pela melodia suave e que, embora aparente trazer aquela Lana sombria de Born to Die e Dark Paradise (faixa ainda a vir na tracklist), possui uma composição totalmente oposta às semelhantes no instrumental. Não se tornou uma das minhas preferidas, mas parece que é A preferida dos fãs, então certamente Lana a lançará como single em algum momento... Nenhuma objeção, mas também não faço questão. De 0 a 5: 3.
04. Video Games: A maioria dos artistas prefere lançar faixas mais, digamos, comerciais, animadas, como lead singles de seus álbuns, mas claramente a Lana foge à regra. Ela optou por uma das baladas de Born to Die, que, por sinal, é minha faixa preferida (é raro, muito raro mesmo o primeiro single ser minha faixa preferida, já que há outras que ainda não ouvi antes do álbum sair, mas aqui foi diferente). No início, Video Games até passou despercebido por mim, e eu anunciei (primeiramente) que odiei a canção. Para falar a verdade, sequer a ouvia quando Blue Jeans acabava... Mas depois forcei-me a prestar mais atenção e, após ver o videoclipe, babei completamente pelo single! É uma daquelas baladas de letras apaixonadas, mas com uma melodia bem dark e depressiva, ótima para cair no sono ouvindo. Na verdade, não sei dormir mais sem ouvir Video Games!! A melhor! Lana fez uma ótima escolha lançando-a para preceder o disco! De 0 a 5: 5!!
05. Die Mountain Dew: Quando li o nome da quinta faixa na tracklist, pensei: Morrer Montanha Dew? Isso é o quê? Marca de cerveja, de moto!!?? Ainda não achei uma tradução adequada para Die Mountain Dew, mas deve ser uma das gírias super esquisitas (e quando digo super, é super mesmo), que eles usam lá nos Estados Unidos. Fora o título, a música não tem nada de estranha. Mas também nada de especial. O refrão é chiclete, mas o que me incomodou mesmo é que ele parece ocupar a música inteira! De 0 a 5: 3.
06. National Anthem: Um verdadeiro Hino Nacional! Com o refrão mais chiclete e mais legal do disco (embora ofusque o resto da música bastante), National Anthem é toda sobre a valorização do dinheiro na mente humana nos dias de hoje, os valores capitalistas e coisas do tipo (Money is the reason we exist, everybody knows, is a fact, kiss kiss...). Na verdade, Lana faz uma bela crítica à essa nova sociedade na qual estamos inseridos. O problema é que como sou fissurado nesse refrão, esqueço o resto da música sempre que a próxima faixa começa!! De 0 a 5: 4.
07. Dark Paradise: Outra balada e primeira depois de Video Games, Dark Paradise têm uma batida mais pesada, embora não mantenha o carisma e a identidade da outra faixa do mesmo gênero. Essa música parece... Não sei... Fazer minha garganta queimar!!?? É, eu sei, tipo... Ahn? Só sei que tenho uma sensação esquisita quando a ouço. Digamos que... Não me sinto bem. Não me sinto... Confortável. E nada a ver com a letra, mas... Não sei!! O estilo não me agradou muito. Eu geralmente pulo esta quando ouço o álbum. De 0 a 5: 2.
08. Radio: Outra faixa animadinha no estilo de Off To The Races e Die Mountain Dew, Radio é uma daquelas músicas que, NÃO IMPORTA QUANTAS VEZES VOCÊ OUÇA, não consegue se lembrar depois! Eu inclusive não me lembro dela resenhando a música agora, mas sei que a achei mediana. Isso tem algum sentido? De 0 a 5: 3.
09. Carmen: Interessante. Não é lá muito boa nem nada, apenas... Interessante. Até agora não sei se Lana está falando de si mesma na terceira pessoa ou de outra pessoa!! Fica aí o mistério... De 0 a 5: 2.
10. Million Dollar Man: Lá vamos nós com o dinheiro novamente, vocês devem ter pensado... Hehe. Mas a música não tem nada a ver com isso!! Não captei muito bem a letra até o momento, mas parece uma confissão apaixonada a um suposto interesse amoroso... É esquecível, mas boazinha. De 0 a 5: 3.
11. Summertime Sadness: de pensar no nome dessa música, meu estômago se revolve. Ela me lembra bastante Dark Paradise (que me faz passar mal '!?'), só que é mil vezes pior! Tudo bem, sou fã de músicas melancólicas, mas esta foi pesada... Muito dark pro meu gosto. De 0 a 5: 1.
12. This Is What Makes Us Girls: Um álbum fecha-se com uma balada. Como com tantas outras, Lana fugiu à regra imperceptivelmente imposta pelos artistas hollywoodianos. This Is What Makes Us Girls me lembra a faixa-título, só que é um pouquinho inferior... Aqui Lana canta que o que faz as garotas garotas é sair, beber, se divertir e acordar uma bagunça no outro dia, apenas para começar tudo de novo. Bem, não concordo muito com isso. Digo, não sou contra esse tipo de diversão - NÃO MESMO, HEHE!! - mas acho que ela foi muito superficial aqui. A música só se salva da letra por causa da batidinha contagiante. Não foi um bom pedido para fechar o álbum, mas, considerando que ele não acaba na Standard Edition, salvarei Lana de perder mais um pontinho por causa disso... De 0 a 5: 3.

Faixas Bônus da Special Edition
Capa da Special Edition. Só muda a cor do título...
Prefiro a cor original... É mais sóbria.
13. Without You: Mesmo caso de Radio... Ouvi um milhão de vezes e, mesmo assim, não consigo me lembrar de jeito nenhum! Só lembro quando a música chega ao refrão, sabem? Meu instinto diz que achei a música ruim... Confiarei nele. Afinal, ele nunca me traiu até hoje, certo? De 0 a 5: 1.
14. Lolita: Engraçadinha. Só isso. Não é memorável, mas ficou como uma boa adição às faixas de luxo. É a melhor delas, por sinal. De 0 a 5: 3.
15. Lucky Ones: Mesmo caso de Radio e Without You... Desta vez, meus instintos me dizem para, De 0 a 5, dar 2.
No fim, Born to Die recebe, no Windows Media Player, 3.
No iTunes, recebe também 3.
Não discordo da opinião dos players de música. O álbum é bom, mas com certeza não entrará na minha lista de favoritos de 2012.
Ah, já ia me esquecendo!! Recebi algumas respostas de formulário de membros confusos com relação ao novo cronograma.
Bem, oficializando isso:
Segunda-feira: Resenha musical pela tarde e resenha literári #1 pela noite. Não haverão mais resenhadas pela manhã, agora que as aulas voltam pra valer... Só esclarecendo isso de uma vez!!
Sexta-feira: Resenha literária #2.
Fins de semana: Neurocharts.
Estão de acordo com o novo cronograma, ou acharam que a semana ficou vazia demais? Deixem notas a respeito nos comentários, que verei o que posso fazer... E, se for o caso, procurarei um postador permanente para ajudar no blog.
A respeito de parcerias e aos três pedidos recebidos, NÃO ESTAREI ACEITANDO PARCERIAS ENTRE BLOGS NOS PRÓXIMOS MESES. Eu realmente não quero uma lista GIGANTE de blogs parceiros que realmente nunca visito com os quais me preocupar. Eu sempre comento nas postagens de meus companheiros virtuais, e estou feliz assim, com o número de parceiros que escolhi. A EQUIPE NEUROSE ESTÁ SELADA.

Não deixem de comentar, viu?

...c u soon,
vdc

E o Álbum da Semana é... Vices & Virtues, do Panic! At The Disco!

Oi, gente!
Estava mais do que na hora de resenhar um disco da minha banda preferida, né? Acho que todos já conhecem o Brendon Urie e seus colegas da música, certo? Ex-quarteto formado em Vegas, se não me engano, no qual para se integrar Urie teve de fugir da casa dos papais ricos que o queriam para advogado (mas ele queria música), e impressionar o Ryan Ross para enfim se tornar vocalista!! E, agora, quase seis anos depois e depois de dois álbuns lançados entre o período 2005-2008, a banda desintegrou-se. Ryan Ross e o guitarrista do qual sempre não me lembro o nome saíram, e ficaram o Brendon Urie e o Spencer (que esqueci o sobrenome, rsrs!!). O primeiro álbum que surgiu após a partida dos membros foi Vices & Virtues, lançado em 2011 e que, segundo minha opinião, só não é o melhor porque Ryan Ross compôs as melhores músicas da Terra e ordenou-as na tracklist de Pretty. Odd., o segundo, de 2008. Vices & Virtues lançou no mercado apenas dois singles, The Ballad of Mona Lisa e Ready to Go (Get Me Out of My Mind), embora o Brendon e o Spencer tenham gravado um videoclipe super maneiro para Let's Kill Tonight, que achei um dos melhores da banda, embora não tenha sido lançado oficialmente nem nada. O single The Ballad... só entrou na Billboard na posição 89 (fraquinho, né?), e o Ready to Go sequer entrou, debutando apenas em tabelas suecas e coisas do tipo... O álbum em si estreou em 7º (o que não é tão ruim assim para uma banda que beirava cair no esquecimento após a saída do Ryan e do guitarrista para mim "nameless"). Sinceramente, ainda espero que ocorram mais lançamentos do trabalho! Porque o disco é realmente INCRÍVEL! Embora não supere Pretty. Odd. e fique meio aquém com relação à personalidade de A Fever You Can't Sweat Out. Se o Brendon e o Spencer não lançarem mais singles, estarão desperdiçando um ótimo trabalho. Tudo bem, o disco até já saiu dos charts há um tempinho, mas existem canções maravilhosas que alcançariam um ótimo desempenho comercial e gerariam clipes incríveis, como Trade Mistakes (por sinal minha preferida) e Nearly Witches (Ever Since We Met...).
Então chega de blá-blá-blá e vamos à esperada resenha?
Pack da Deluxe Edition.
Invejinha de quem pôde comprar, né? Rsrs...
Lembrete: Na edição Deluxe do álbum, tudo vem dentro de uma Box Set super legal, em que você abre a caixa e têm dois lados: Vices e Virtues (legal, né?), e as canções são então divididas entre eles, o que não acontece na edição Standard, que foi a que comprei, porque a Deluxe era muito cara (em torno de 120 dólares, e teria de importar ainda!!), e ainda vem com milhões de pôsteres, post-cards, discos de vinil com gravações, mensagens e demos da banda, enfim... Mas quem sabe eu não compre mais tarde? Porque estou, tipo, matando por isso!!
Edição Standard. A minha! T-T
Ok, ok, resenha... Vamos lá...
01. The Ballad of Mona Lisa: A abertura do disco fica por conta do lead single mesmo, que é The Ballad of Mona Lisa, uma faixa típica de rock dos anos 90 com o usual toque artístico que o Panic! dá à suas canções. Não é uma das minhas favoritas, já que não sou fã desse rock muito genérico, mas não fica para trás também, não! De 0 a 5: 3.
02. Let's Kill Tonight: Mesmo não sendo oficialmente lançada como single, esta canção deve ser bastante especial para a banda, pois eles lançaram um videoclipe mesmo assim, e, como eu disse antes, um de seus melhores! É o mesmo tipo de rock de The Ballad of Mona Lisa, só que mais sombrio e, ao mesmo tempo, livre, se é que isso tem algum sentido!! De 0 a 5: 3.
03. Hurricane: Hurricane me lembra bastante o primeiro álbum da banda, A Fever You Can't Sweat Out, lá de 2005, com todo aquele visual emo-gótico-teatral e canções electro-pop-rock-dance (!?). Acho o Fever (abreviando) o pior álbum da banda, mas não que seja ruim ou qualquer coisa do tipo! Ironicamente no meu caso, foi o que fez mais sucesso e que gerou o maior hit da banda até hoje, I Write Sins Not Tragedies (7º lugar na Billboard, a maior posição do Panic! nos Estados Unidos). Ok, ok, fora os devaneios aleatórios, Hurricane é uma música electro-pop-rock-dance (!? de novo) que até me surpreendeu! Gostei da letra (que os inocentes não procurem por ela no Vagalume!!) e da batida irreverente e despreocupada. De 0 a 5: 3.
04. Memories: Quarta faixa de trabalho e uma das minhas preferidas, Memories têm a LETRA MAIS LINDA DE TODO ESSE MUNDO! Sério, é muito triste, e ao mesmo tempo teatral e que relata a clássica história de uma garota rica que foge com o "plebeu" e eles descobrem que, no meio do caminho e depois de toda a euforia da paixão, não se amam mais!! Isso é Panic! At The Disco!! Só não dou cinco porque a melodia me incomoda um pouquinho... Rock puro novamente! De 0 a 5: 4.
05. Trade Mistakes: A melhor do álbum, e acho que essa música têm os melhores e mais altos vocais que Brendon Urie pode alcançar! Simplesmente maravilhosa! A letra, a melodia, a alegria misturada com aflição... Uma verdadeira obra de arte digna de ser composta por Urie. É... Acho que depois da saída do Ryan, que compunha as músicas, o Bren teve de se virar. E parece que deu certo! Mais do que isso, na verdade! De 0 a 5: 5, #LÓGICO!!!
06. Ready to Go (Get Me Out of My Mind): Segundo e último single do trabalho (pelo menos até o momento, mas acho que é o último mesmo... T-T), Ready to Go (simplificando), é uma daquelas típicas músicas pop/rock que vemos rodando por aí no mercado... O que não justifica o gigante flop do single! É parecido com outros pop/rock's (talvez até melhor), e, mesmo assim, não debutou em nada importante, sequer no TVZ do Brasil (rsrs)!! Sério, essas nações precisam de um choque de cultura e entretenimento! De 0 a 5: 3.
07. Always: Always é a única balada do disco, e eu geralmente reverencio as baladas compostas pela banda - ou qualquer balada musicalmente relevante - mas esta... Vejam bem: Northern Downpour, do álbum anterior, é a MINHA MÚSICA PREFERIDA DE TODOS OS TEMPOS! E quando soube que Brendon se aventuraria a tentar superar as escritas românticas de Ryan Ross, fiquei bem animado!! E, claro, minhas esperanças de melhora foram estilhaçadas... Brendon ainda é um puto de um compositor, mas... Bem, ele não é Ryan Ross... Always é bem chatinha, mas têm lá seu charme, principalmente com os vocais do artista. De 0 a 5: 3
08. The Calendar: The Calendar retorna ao pop/rock de Ready to Go. A letra não traz nada de especial também, mas, não sei... O início da música, durante a parte: You're gonna let it eat your way, I'd rather be a cannibal baby, animals like me don't talk anyway, e outras tantas do sensual tipo, tornam a música, apesar de ter um tema tristinho e bem dark, extremamente sexy. De 0 a 5: 4
09. Sarah Smiles: A MAIS DIVERTIDA DO ÁLBUM, COM CERTEZA, E UMA DAS MELHORES! Composta por Brendon para sua namorada, a música é tão pessoal que você se sente até mesmo envergonhado de ouvi-la. Literalmente. Incrível. Em alguns pontos, Brendon mostra que pode ser sim um compositor melhor que Ryan Ross. De 0 a 5: 4
10. Nearly Witches (Ever Since We Met...): O álbum conclui-se com o pop/indie/rock Nearly Witches, uma das letras mais geniais do trabalho. O coro de crianças e as imagens sombrias às quais as canções nos remetem só a fazem ser ainda mais especial. É animada quando você está animado. Triste quando você está triste. Uma daquelas raras canções voláteis, que mudam de sentimentos junto com você. Só não ganha total por... Bem, trazer uns traços de indie-pop. Vocês sabem como não sou fã disso, né? De 0 a 5: 4


Faixas Bônus da Deluxe Edition:
Meu sonho de consumo...
11. Stall Me: Sexy, sexy, sexy um milhão de vezes! Sério, como alguém têm a capacidade divina de escrever letras assim? Como o próprio título sugere, a canção é provocante. Mas notem que os elogios foram para a letra. Digamos que o arranjo não me animou tanto assim... O refrão ficou muito aquém do que eu esperava ao ouvir os primeiros versos, e a conclusão deixou a desejar, como se a canção ainda fosse uma Demo prestes a ser finalizada!! Brendon desperdiçou uma de suas melhores composições ao gravar Stall Me com tamanha indiferença! De 0 a 5: 3
12. Oh Glory (Demo): Chata. Eu nem prestei muita atenção quando ouvi pela primeira vez, e sempre que as faixas da Deluxe Edition começam a tocar no meu computador, eu pulo esta. Letra bobinha e arranjos muito fracos. Como o título sugere, é uma Demo... De 0 a 5: 2
13. I Wanna Be Free: Tão idiota e descartável quanto Oh Glory (Demo). Seriamente, porque artistas, mesmo sabendo que canções que não são boas para não entrarem na tracklist das Standard Edition's, as colocam em edições de luxo? Tipo, o nome é edição de luxo. Deviam ter faixas de luxo, certo? De 0 a 5: 2
14. Turn Off The Lights: Finalmente uma canção verdadeira na Deluxe Edition! Turn Off The Lights é uma mistura dos três álbuns da banda: A Fever You Can't Sweat Out, Pretty. Odd. e este Vices & Virtues. A letra, apesar de esquecível, torna-se especial simplesmente pelos detalhes finais e mínimos dos instrumentos na canção. Turn Off The Lights é levemente memorável, principalmente com o Ooh Ooh Ooh no final. De 0 a 5: 4

Faixa Bônus do iTunes:
Seguindo a tracklist da Standard
11. Kaleidoscope Eyes: Kaleidoscope Eyes é a faixa bônus do iTunes do álbum e... Ugh!!!! Só não é a pior de todas por causa de Bittersweet. Ainda bem que ficou para o iTunes! Além de muito grande, têm uma risada do mal super estranha do Brendon no fim, que é, bem... Risível? Sem trocadilhos... De 0 a 5: 1

Faixa Bônus da loja ShockHound:
Seguindo a tracklist da Standard

11. Bittersweet: Terrível. Ainda bem que nem para o iTunes ficou! Eu sequer ouço a música direito! Aliás, posso contar as vezes que ouvi. Acho que é uma das mais chatas que já ouvi da banda... De 0 a 5: 1.

Para curtir um vídeo que eu fiz do encarte do meu V&V and stuff, visite a página do blog no Facebook:
Para ver um vídeo que eu fiz do encarte do meu álbum V&V and stuff direto no YouTube, siga o link:
A qualidade de visualização do vídeo ficou ruim, e em algumas partes a música está muito alta, mas é porque foi filmado num mobile, então sabem como é, né?


No fim, Vices & Virtues recebeu 3,5 no Windows Media Player, que é sempre "generoso", e, no iTunes, tomou um choque de realidade e levou um verdadeiro 2,5. Mas, para mim, o álbum recebe 4! Fodam-se as avaliações oficiais!
Sobre a não atualização do Neurocharts (não é desculpa, juro, juro, juro), eu estava viajando ontem! Tive de ir à Belo Horizonte para uma consulta médica a respeito de uma cirurgia que eu terei de fazer daqui a algum tempinho, e o Neurocharts será atualizado sem falta amanhã de manhã. Para os interessados, vai um gostinho do que vêm por aí...

Top 20 Songs
01. Give Your Heart a Break Demi Lovato
02. Safe and Sound Taylor Swift & The Civil Wars
03. Set Fire to the Rain Adele
Top 10 Albuns
01. Stronger Kelly Clarkson
02. Unbroken Demi Lovato
03. Young Foolish Happy Pixie Lott
Music Video
Nicki Minaj...

Para rever os resultados da semana passada, confira a página Neurocharts!!
Ah, e a pessoa aqui já ia esquecendo!!!
Filha da Tempestade será resenhado ou hoje à noite ou amanhã cedinho, que é o dia normal para resenhas literárias mesmo... Faltam 40 páginas para o livro acabar (dei cabo dele no domingo todo), e termino mais essas agora mesmo, aproveitando que já estou sentado no computador... Na verdade, a história em si até já acabou. São só as consequências depois da batalha final, sabem? Mas vou resenhar só depois de ler mesmo assim!

...c u soon,
vdc

E o Álbum da Semana é... Stronger, Kelly Clarkson!

Ei, gente!
Admito que fiquei em dúvida novamente sobre qual álbum resenhar desta vez... Ouvi bastante essa semana o Stronger, da Kelly Clarkson, e o Evanescence, do Evanescence, e, após pensar bem, fui na primeira opção mesmo, por ser um disco que ouvi milhões de vezes ano passado e ainda está no topo dos meus CD's mais tocados deste ano.
Vamos lá?
01. Mr. Know It All: Stronger é aberto por Mr. Know It All, seu primeiro single oficial. Não tenho muito a dizer da canção, a não ser afirmar que gosto bastante. É um pop esquecível como qualquer outro, mas notável por ser praticamente a trajetória de vida de Clarkson dos últimos cinco anos pra cá. De 0 a 5: 4
02. What Doesn't Kill You (Stronger): O que não te mata, te deixa mais forte. Quem nunca ouviu essa frase de efeito antes? É uma das minhas preferidas! E Stronger, ou What Doesn't Kill You, também é uma das minhas preferidas do disco. Uma mistura de pop com rock e uma batida mais pesada, diferente do resto das canções, que são mais leves. De 0 a 5: 5
03. Dark Side: Canção acústica que você rapidamente esquece na primeira vez que ouve, mas depois passa a ouvir mais. Levei um tempo para gostar mesmo de Dark Side, mas no fim era impossível acontecer o oposto: é inegável que Clarkson têm um dos melhores vocais do mundo. Mas o melhor dos melhores mesmo são os da Christina Aguilera. De 0 a 5: 4
04. Honestly: Outra canção acústica, e uma balada que no início você detesta, mas, após ouvir com mais paciência, descobre o brilhantismo da letra e sua originalidade. Aqui Clarkson canta sobre não ter certeza se seu interesse amoroso lírico realmente a ama, e pedindo-o para contar-lhe a verdade. Ser honesto. Vocais 10 também! É o mesmo caso de Dark Side... Você vai ter de se acostumar. De 0 a 5: 4
05. You Love Me: Uma das músicas que Clarkson liberou antes da saída do álbum, You Love Me nos traz de volta ao pop rock de What Doesn't Kill You (Stronger), embora eu não aprecie muito sua letra (achei meio sem-sal), embora tenha de admitir que a música tenha lá seus pontos altos (ou o ponto alto, já que apenas o refrão presta). De 0 a 5: 3
06. Einstein: Definitivamente está na linha das mais cômicas do disco! Embora eu pense que podia ter sido cortada da tracklist. É quase a mesma letra de Mr. Know It All! Boa de acompanhar, mas nada mais... De 0 a 5: 3
07. Standing in Front of You: Minhas preferidas são geralmente as baladas, mas aqui foi diferente. Me apaixonei de cara por Standing in Front of You. A música é calminha, e, mesmo sem instrumentos, penso que ficaria incrível apenas com a voz da intérprete. A letra traz pouca coisa de especial, mas isso é compensado pela importância, digamos, quase pessoal para mim. De 0 a 5: 5
08. I Forgive You: Não sei porque, mas o começo dessa música me lembra de um sucesso antigo da mesma cantora, Since U Been Gone, que todos vocês claramente já ouviram. É quase um cover instrumental desta, embora ambas as letras sejam extremamente distintas. Pop rock massivo e genial, cuja melodia ainda fica em sua cabeça depois que o álbum termina. De 0 a 5: 4
09. Hello: Acho que Hello é a pior de todo o álbum. Devia ter ficado nem para a Deluxe Edition, mas para o iTunes! De 0 a 5: 2
10. The War Is Over: Antigamente eu dizia que odiava The War Is Over, mas lá estava eu, no carro do meu pai, escutando quietamente minhas músicas e tentando ignorar o tche tche tche no rádio ligado quando começa a tocar exatamente esta faixa! Digo, nem é um single, e eu julgava ser uma das piores do álbum! A partir daí, passei a analisar melhor a letra de The War Is Over, e notei que o caso desta é semelhante ao de Dark Side e Honestly. Eu tive de ouvir mais vezes para começar a gostar. De 0 a 5: 4
11. Let Me Down: Se não fosse por Standing in Front of You, eu sem hesitar classificaria Let Me Down como a melhor! O pop rock aqui é mais pesado que em What Doesn't Kill You (Stronger) e You Love Me, e, acho que devido a isso e à letra viciante, Let Me Down seja melhor com relação às outras do gênero presentes no álbum. Cara, se a Kelly não lançar Let Me Down como single ela será estúpida um milhão de vezes!! De 0 a 5: 5
12. You Can't Win: Não é das melhores, mas também não é ruim. O que eu gosto em You Can't Win mesmo é a letra, o resto nem tanto. É legal também a conexão feita entre o término triunfal da faixa anterior, Let Me Down, e, logo após, o início animado e dançante desta. De 0 a 5: 3
13. Breaking Your Own Heart: Um álbum termina com uma balada. Acho que isso é uma regra oficial do mundo da música. E Kelly não fugiu à ela. Breaking Your Own Heart segue o estilo da minha preferida, Standing in Front of You, mas a música não conseguiu me cativar tanto quanto sua semelhante. De 0 a 5: 4

Faixas Bônus da Deluxe Edition
14. Don't You Wanna Stay (With Jason Aldean): Don't You Wanna Stay é na verdade uma música desse tal de Jason Aldean feat. Kelly Clarkson, mas ela decidiu colocar na tracklist da Deluxe Edition de seu disco também. Enfim, a música é ÓTIMA! Tanto por parte do tal Jason quanto por parte da Kelly! Sem quaisquer defeitos!! E na Wikipédia diz que foi o segundo oficial single do álbum do cara, My Kinda Party, mas não encontrei nenhum videoclipe! De 0 a 5: 5
15. Alone: Me lembra Hello, uma das piores do disco, então... Não preciso dizer mais nada, certo? Apenas o refrão me anima um pouquinho. Repito: um pouquinhoDe 0 a 5: 2
16. Don't Be a Girl About It: Parece ser uma faixa descartada do trabalho anterior da artista, completamente pop, All I Ever Wanted. E como acho All I Ever Wanted o melhor disco da carreira da cantora, Don't Be a Girl About It não podia ser uma música ruim! E não é mesmo. Mas sabe aquele pop que não traz nada de especial, apenas mais do mesmo? Então... Don't Be a Girl About It encaixa-se na categoria. De 0 a 5: 3
17. The Sun Will Rise (Feat. Kara DioGuardi): Cara, quando ouvi esta em especial, me perguntei: Porque diabos Kelly coloca Hello na Standard Edition e deixa The Sun Will Rise apodrecendo na Deluxe? Pois é. Vai entender esses hollywoodianos! De 0 a 5: 4

Faixa Bônus do iTunes
18. Why Don't You Try: Baladinha acústica chata. Nada mais a dizer!! De 0 a 5: 2
Indico: What Doesn't Kill You (Stronger), Standing in Front of You, Let Me Down, The Sun Will Rise (Feat. Kara DioGuardi), Don't You Wanna Stay (With Jason Aldean), Breaking Your Own Heart.
Passo: Hello, Alone, Why Don't You Try, You Love Me.
Avaliação final (Windows Media Player): 4.
Avaliação final (iTunes): 4.

Confira Stronger, de Kelly Clarkson, no Neurocharts!

Christina Aguilera - Bionic

Inaugurando novo cronograma (uhuu!!)
E, como o combinado, na segunda teremos uma resenha musical e, na terça, uma literária (que já está pronta, só falta ser editada - ficou meio grandinha, rsrs - e postada!).
Então, eu estava com dúvida sobre qual álbum resenhar esta semana, e decidi ir por aquele que mais ouvi!!
Que é...
Seguindo o especial "Meus Flops Favoritos", logo após Young Foolish Happy, temos Bionic, de Christina Aguilera, lançado em 2010 e precedido pelo lead single Not Myself Tonight. Sinceramente, não sei porque o álbum fracassou em vendas! Digo, as músicas são todas ótimas, com exceção de umas ou outras, mas este flop em especial eu realmente não entendi!!
Vamos à resenha?
01. Bionic: O disco já abre com a faixa-título e uma batida eletrônica meio mid-tempo, meio futurista. A letra é rápida e sexy, no melhor estilo Cannibal, de Ke$ha, e você rapidamente fica envolvido pelo refrão, bem como a parte em que a artista fica repetindo X-T-T-T-I-I-N-A-A-A. Com certeza um dos melhores pop's que já ouvi!! Devia ter virado single! Sem dúvida atingiria um Top 10 na Billboard, senão o 1º lugar. De 0 a 5: 5.
02. Not Myself Tonight: A segunda faixa continua o ritmo animado de Bionic, e atende pelo nome de Not Myself Tonight. Também é o primeiro single do trabalho, e o videoclipe para a canção até chegou a ser comparado ao estilo da Lady Gaga, mas, sinceramente, não vi a conexão!! Christina só interpretou uma imagem sexy (tudo bem, excessivamente sexy e com umas coisinhas muito sugestivas), mas não sei como isso pode ser ligado à Gaga! Eu particularmente adoro a música (tanto a letra e a batida quanto o videoclipe), só não gosto do finalzinho, que estraga um pouco a diversão do ouvinte! Ah, vamos lá! Diga que não ficou incomodado com a "falha" na música durante o alto alcance de voz da Christina ou os gemidos na conclusão, que parecem durar uma eternidade, quando a música já acabou satisfatoriamente? De 0 a 5: 4.
03. Woohoo (Feat. Nicki Minaj): Esta era uma das músicas que eu estava mais ansioso para ouvir quando coloquei o Bionic para tocar pela primeira vez, simplesmente por ser um feat. com a magnífica Nicki Minaj!! Woohoo mantêm a leveza e descontração de Bionic e Not Myself Tonight, mas a letra não conseguiu me cativar o bastante, e o tamanho da música só contribuiu para a mesma perder uns pontinhos!! O problema aqui não é uma duração mínima, de 1 mísero minuto. Ao contrário. São quase seis. Algo que acho exagerado pacas para uma canção que já teria sua devida finalização, tipo, no terceiro minuto. Com Woohoo é assim: quando você pensa que a música vai acabar, vêm outro verso!! De 0 a 5: 3.
04. Elastic Love: O disco prossegue o tema sexy e club com a faixa indie-pop Elastic Love. Não gosto de indie, e, exatamente por isso, a música não foi lá muito bem recebida por mim. Achei uma das piores, e muito chata! A letra também é bobinha, e a voz de Aguilera está muito baixa e fraca. De 0 a 5: 1.
05. Desnudate: Desnudate é um pop que mistura o inglês e espanhol, algo que raramente aprovo, mas que Christina gosta de utilizar muito em suas composições. A música não é lá essas coisas, porque acho a letra muito aquém das capacidades de artista de Aguilera, mas a batida até que é envolvente. De 0 a 5: 3.
06. Love & Glamour (Intro): Algo que todos devem saber é: Christina praticamente ama fazer melodias intro antes de algumas músicas em seus discos, que geralmente duram segundos, no máximo um ou dois minutos, e são uma espécie de prévia da faixa seguinte, podendo ser uma conversa, só instrumental ou uma pequena canção. Por isso seus álbuns têm de 18 a 20 faixas, não menos que isso (exceto o primeiro da carreira, Christina Aguilera). Não sou lá muito fã disso, principalmente porque a adição dessas faixas intro não acrescenta nada ao álbum, só o deixa com uma duração maior! Love & Glamour dura 47 segundos e é uma espécie de diálogo/entrevista de Aguilera com alguém, o que é completamente desnecessário! De 0 a 5: 1.
07. Glam: Glam, após ser introduzida por Love & Glamour, mostra-se ser um pop calmo e baixo, mas que não deixa de explorar a voz de Aguilera (embora só no fim), e a letra, apesar de não ter nada de especial, expressa bem a personalidade de sua autora: uma pessoa perfeccionista, que se acha bonita não importando o que os outros dizem (bem, bonita ela é mesmo, rsrs), e segue sua própria religião: o Fashion! Palavras dela, não minhas... De 0 a 5: 3.
08. Prima Donna: Após uma pequena rodada de músicas medianas, Bionic volta a tocar a todo vapor com Prima Donna, uma faixa que segue levemente a linha da faixa-título e Not Myself Tonight. A letra ainda não têm nada de especial, apenas Aguilera afirmando que é uma Prima Donna (primeira dama), e que pode dominar o mundo por ser melhor que os outros ao seu redor - adoro a forma como ela é sincera sobre ser tão mean girl!! - mas a forma como a música é conduzida pelos fortes vocais da artista e o viciante refrão (que fica remanescente em sua mente após o término da faixa), fazem Prima Donna ter uma boa pontuação ao meu ver! De 0 a 5: 4.
09. Morning Dessert (Intro): Como podem ver pelo título, Morning Dessert é outra faixa-intro! Totalmente desnecessária, e que, se fosse o caso e Aguilera preferisse, podia ter juntado com a próxima, Sex For Breakfast, e feito uma única música, já que a letra é praticamente a mesma!! De 0 a 5: 2.
10. Sex For Breakfast: Sex For Breakfast abre a ala de baladas e contra-baladas do disco, embora não seja pertencente a nenhum dos dois gêneros, e esteja mais para um pop urbano simples, mas que se destaca pela... Hum... Especificidade da letra (esta é a palavra certa?). Bem, vejam só a história: Christina se separou do marido, com quem teve o filho Max, e ela sente falta do sexo matinal que eles tinham logo antes de irem para o trabalho... E canta descaradamente sobre isso, com frases como não vou deixar você dormir/ te quero fundo dentro de mim - logo irei sentir seu mel fazer meu suco fluir/ creme de framboesa, tão irreal tão faminta por você/ você me prova, e eu provo você. Eu só fiquei rindo enquanto ouvia, e não conseguia parar mais, embora a letra fosse lenta e relaxante!! Talvez por isso - por Aguilera não ligar em colocar uma coisa dessas num álbum, e que se danem os críticos - que acho Sex For Breakfast a letra mais genial de todo o álbum! Mas não minha preferida. De 0 a 5: 4.
11. Lift Me Up: Começam as baladas, e Lift Me Up prova outra vez a capacidade vocal e criativa de Aguilera, com uma letra emocionante, mas que não dá muitas pistas sobre o que se trata. Tipo, era sabido que, com a separação, Bionic traria algumas músicas depressivas, e Lift Me Up certamente é sobre superação, mas os fãs ficaram meio confusos! Aqui Aguilera meio que diz, nas entrelinhas, que precisa de seu ex-marido para Erguê-la, mas, em outras canções, como You Lost Me e Stronger Than Ever (que ainda estão por vir na tracklist), ela se mostra independente e uma mulher forte, que sabe o que quer. Já em Lift Me Up... Sério, isso realmente bagunçou meus neurônios!! Ela ainda o ama ou não? Mulheres... De 0 a 5: 4.
12. My Heart (Intro): Outra faixa intro, e que desta vez bate o recorde de falta de utilidade!! Dez segundos, e tudo girando em torno do filho de Aguilera, Max, sendo incitado pelo pai a falar a palavra mama. Sério, isso era realmente necessário??? De 0 a 5: 1.
13. All I Need: All I Need segue a linha de baladas, e, apesar de não ser ruim, é a pior do estilo no disco. Acredito que a voz de Aguilera poderia ter sido mais explorada, como em Lift Me Up. Odeio quando artistas que têm grande e alta capacidade vocal ficam escondidos atrás de melodias baixas e com tons medianos, quase sonolentos!! Christina não saiu disso em All I Need, e são poucas as ocasiões em que coloco a faixa para tocar, mas reconheço o poderio da letra e a sinceridade de sua compositora. De 0 a 5: 3.
14. I Am: I Am continua não explorando a voz de Aguilera, mas, de alguma forma, me identifiquei mais com esta em particular que com All I Need. Porque I Am é uma daquelas melodias com letra fácil e rima mais ainda, tanto que você adivinha a próxima palavra na primeira vez que você ouve!! Nada de especial, mas boazinha de ouvir, principalmente quando você está tentando dormir. De 0 a 5: 4.
15. You Lost Me: CHRISTINA AGUILERA É A MELHOR COMPOSITORA DE TODOS OS TEMPOS!!! Sério, se você se julga um fã de pop e de baladas, TÊM de ouvir You Lost Me. A música fala, logicamente, sobre perda (novamente a coisa da separação), e Christina estilhaça seu coração com os vocais mais poderosos do mundo e um sofrimento quase palpável, tão real quanto em Skyscraper, da Demi Lovato. You Lost Me serviu também como segundo e último single do álbum, devido às vendas baixas, substituindo Woohoo na última hora. Não preciso dizer que é minha preferida do disco, né? Novamente, SEMPRE AS BALADAS. De 0 a 5: 5!!! #LÓGICO o.-
16. I Hate Boys: Abandona-se as baladas e volta-se para o mesmo pop de sempre, para infelicidade de alguns!! (T-T) I Hate Boys volta a não trazer nada de especial (tanto na letra quanto na batida), e a voz nem parece a de Aguilera aqui! Sério, já chegou a hora dela parar de criar composições muito teens, se é que me entendem. Ela é crescida, não mais a garotinha que cantou os hits Genie In A Bottle e What A Girls Wants, lá em 1999, e devia investir mais nas baladas, que é onde sua voz passa a ser realmente valorizada! Fraquinha... De 0 a 5: 2.
17. My Girls (Feat. Peaches): My Girls, com Peaches, é a pior faixa do disco. Nem sei se posso falar isso. Eu nunca realmente ouvi a música. Porque toda vez que ela toca, eu perco totalmente a atenção na letra, na batida, em tudo... Além disso, é incrivelmente entediante! Devia ter ficado para as faixas bônus da Deluxe Edition. De 0 a 5: 1.
18. Vanity: A última faixa (na tracklist da Standard Edition) atende pelo nome Vaidade, e, como eu esperava, Christina se mostra uma B-I-T-C-H, em grandes letras garrafais e vermelhas, aqui. Ela canta sobre ser a mais bonita de todas, sobre ignorar as críticas sobre seu estilo de vida fashionista e egoísta, sobre ser A melhor (novamente). Muitas pessoas podem achá-la superficial e sem alma (acreditem, eu também acho às vezes), mas quem têm o poder de julgá-la? Muitos artistas são assim hoje em dia, e apenas Christina É QUEM É PUBLICAMENTE e NÃO TEM MEDO DE JOGAR ISSO NA CARA DA CRÍTICA. Vanity me fez rir ainda mais que Sex For Breakfast, e é legal também a surpresinha no fim da música... Bem, é claro que não vou dizer o que é! Terão de ouvir para descobrir!! Hehe... De 0 a 5: 4.

Faixas Bônus da Deluxe Edition

19. Monday Morning: Monday Morning abre as faixas de Luxo com sua batida à là anos 80, divertida e dançante, mas ao mesmo tempo relaxante, e que lembra muito velhos sucessos de Madonna (não sou muito fã dela, mas é claro que já ouvi Like a Virgin e Material Girl - o.O). Legalzinha!! De 0 a 5: 3.
20. Bobblehead: KKKKKKKKKKKKKK. Juro morro de rir TODA SANTA VEZ que escuto essa música! When you talk all I hear is qua-qua-qua-qua-qua... Divertida, mas TOLA! Mil vezes TOLADe 0 a 5: 3.
21. Birds Of Prey: Gótica. Sombria. Dançante. Divertida. Relaxante. Feliz. Deprimente. Birds Of Prey é tudo e nada ao mesmo tempo. É uma daquelas canções que "mudam de temperamento" junto com você. Já conheceram um dessas ou é só eu? Rsrs... Quando estou pra baixo, Birds Of Prey é a canção mais triste do mundo. Quando é o contrário, parece um hit ainda maior que TiK ToK!! Alguém me dá uma explicação racional?? Jeez, I ♥ this song! De 0 a 5: 5.
22. Stronger Than Ever: Segue a linha de baladas no estilo de Lift Me Up e You Lost Me, mas dá a impressão de acabar rápido demais. Não sei, esperava um pouco mais. Vocais OK, letra OK, ritmo OK. Mas têm algo - algo na música como um todo - que a faz ficar inferior às outras baladas do disco. Mais uma na lista dos fenômenos que não consigo explicar! Hehe... De 0 a 5: 4.
23. I Am (Stripped): I Am (Stripped) é a mesma música chamada I Am, da edição Standard. Ela só mudou a batida de fundo, animando-a um pouco, mas ainda não fazendo a canção perder a qualidade de balada. Pra mim, não mudou muita coisa, e I Am (Stripped) podia ter ficado fora da tracklist!! De 0 a 5: 4.
Bionic recebe, de 0 a 5: 3 (avaliação do Windows Media Player), 4 (avaliação do iTunes).
No fim, Bionic é um ótimo exemplar da cultura pop, mesmo sendo um fracasso comercial e tendo produzido apenas dois singles (Not Myself Tonight, que chegou à 28º posição na Billboard, e You Lost Me, que sequer entrou para a Billboard), e ser julgado como o pior da carreira dela pelos críticos, não acho isso mesmo!! Christina só lançou quatro álbuns de estúdio desde 1999, e, na minha opinião, a lista de melhores é liderada por Stripped (2002), seguido por Bionic (2010), Back to Basics (2006) e Christina Aguilera (1999 - não sou lá muito fã do pop nos anos 90!!).
Resenha de O Trono de Fogo amanhã!
Fiquem ligados!

...c u soon,
vdc