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Playlist #3 - As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky

Esta é uma playlist que fiz durante a leitura deste livro e desejava revelar há tempos! Até mesmo porque As Vantagens de Ser Invisível tornou-se uma das leituras mais marcantes do ano, e eu não podia seguir com esta coluna e deixá-lo cada vez mais para trás! Vez ou outra me pego folheando-o em meu iPod - eu o tenho em e-Book apenas - só para me sentir bem, porque este é aquele tipo otimista de livro que literalmente o leva a lugares felizes! Charlie foi o motivo pelo qual me apaixonei pela singular narrativa: ele é ingênuo, inócuo, mas principalmente amigo, e as músicas da vez foram inspiradas quase exclusivamente nele! Deem só uma olhada!

Christina Aguilera - Lotus


♫♫♫♫

Após o fracasso de vendas que foi Bionic, Christina Aguilera está de volta e inquebrável em Lotus!
O disco, que celebra os dez anos de Stripped e, em alguns parâmetros, até mesmo se equipara aos tempos dourados de Beautiful e Dirrty, traz parcerias com CeeLo Green e Blake Shelton, os dois companheiros restantes do The Voice com os quais Aguilera não colaborara anteriormente, e composições da garota do momento, Sia Furler, e os já de casa Max Martin e Shellback.
No novo álbum Christina abraça a mulher que se tornou (e suas gordurinhas extras), e relembra aos antigos fãs (e também aos novos) que ela ainda tem muito a oferecê-los. Lotus é o que eu podia esperar de Christina neste ponto da sua carreira: comercial até um ponto e, sob a superfície, impactantemente sentimental. Temos a novidade da powerhouse music, o já conhecido dubstep de Your Body, deliciosos mixes do que está na moda quando se trata do cenário musical atual, e, como não podia faltar, baladas de tirar o fôlego. Tanto dela quanto nosso!
Dessa experiência maluca, saiu um álbum senão viciante, delicioso!
Eu poderia escrever resenhas inteiras para cada uma das faixas, mas vou tentar ser breve! rs

01. Lotus Intro: Como não podia faltar, Lotus abre com uma canção-introdutória, típica dos álbuns de Aguilera. A melodia é convidativa (o que combina com a capa), com samples de Midnight City, do M83, e é cantada de uma forma suave e decidida que traz à tona o principal tema do álbum: a força, representada aqui pela flor Lótus, que prospera nas mais adversas condições. 3/5

02. Army Of Me: Army Of Me (ou Fighter Versão 2012) é uma faixa uptempo com guitarras e tambores onde Christina confronta o seu ex, dizendo que, para cada vez que ele a quebrou, um exército de muitas faces da mesma se erguerá para enfrentá-lo. Comparações com Fighter à parte, a música é até um dos destaques no álbum, principalmente por ter sido produzida pela própria Aguilera, mas a sombra da canção na qual a mesma claramente se inspirou ainda me perturba, impedindo-me de dar uma nota completa... 4/5

03. Red Hot Kinda Love: Red Hot Kinda Love me lembra de Elastic Love, do álbum anterior. Uma influência que, a meu ver, poderia ter sido descartada. A faixa ainda me remete à melodias natalinas, e está muito aquém do alcance vocal da cantora. 3/5

04. Make the World Move (feat. CeeLo Green): A quarta faixa é o esperado dueto com CeeLo Green, uma faixa com influências retrô e modernas, não dispensando os sintetizadores e até mesmo chamativas 'buzinas'. Com relação à letra, é basicamente aquele conhecido tema 'se uma pessoa pode fazer a diferença, duas podem mudar o mundo', que já estamos cansados de ouvir nas aulas de Ecologia. 4/5

05. Your Body: Your Body é o primeiro (e injustiçado) single do trabalho. A faixa mid-tempo celebra o que há de melhor no pop eletrônico da atualidade, sendo a frágil ponte que liga os velhos admiradores da cantora aos mais recentes. Foi uma perfeita escolha para ser trabalhada como carro-chefe do álbum, mesmo com seus medianos desempenhos mundialmente, e não escondo que sou apaixonado pela mesma, e seu colorido videoclipe! 5/5

06. Let There Be Love: Let There Be Love marca a aventura de Aguilera pelas boates, tanto literal quando liricamente. A faixa, que não esconde sintetizadores e Auto-Tune, espalha amor e uma sensação de bem-estar ao ouvinte, sendo uma ótima sequência à estrondosa Your Body! 5/5

07. Sing For Me: Sing For Me é a resposta de Christina a seus difamadores críticos. É quase uma canção terapêutica para a mesma, equipada com um refrão que deixará todos de queixo caído, com notas perfeitamente alcançadas e trabalhadas, de modo a transformar curtos minutos num festival de apreciação sonora. 4/5

08. Blank Page: Blank Page é a balada escrita por Sia (de Wild Ones, do Florida, Titanium, do David Guetta, Radioactive, da Rita Ora e Diamonds, novo hit de Rihanna), que muitos, aposto, esperavam ser algo totalmente diferente, certo? Rsrs... Mas Blank Page é pura, bela e sincera, mesmo que não supere a tangível dor da cantora em You Lost Me. 'Pinte-me um coração, e salve-me esta noite... Eu sou uma página em branco esperando para ser trazida à vida...' 5/5

09. Cease Fire: Cease Fire é uma canção sincera de pacificação num relacionamento repleto de brigas e demais conflitos. Tem uma forte influência do rock-n-roll e os vocais impecáveis que todos já conhecem. Não faz muito barulho, mas também não é aquela coisa dispensável, como Red Hot Kinda Love. 4/5

10. Around The World: Around The World é a faixa enche-linguiça que todo disco que se preze tem. Aqui Christina canta sobre querer fazer amor com seu amado em todos os lugares do mundo. De Tóquio a Milão, Nova York ao escambau, e por aí vai... Red Hot Kinda Love e Around The World são geralmente aquelas que eu pulo quando ouço o disco. 3/5

11. Circles: 'Spin around in circles on my middle middle finger!' Tem como ser mais polêmico que isto? Hahaha. Circles é uma nova resposta aos críticos mal-intencionados, fazendo juz à primeira, Sing For Me, embora definitivamente tenha uma personalidade mais agressiva. Quando Christina explode no mortal refrão, é quase como se estivesse esmurrando alguém! Furiosa, brincalhona, sexy e inovadora! 5/5

12: Best Of Me: Best Of Me é a terceira e última balada do álbum Standard, não sendo tão impactante quanto Sing For Me e Blank Page, mas ainda assim não decepcionando. Eu só esperava que Aguilera soltasse a voz no refrão e atingisse as maiores notas possíveis, mas a mesma se restringiu à sonoridade de uma canção downtempo digna de cantoras menores como Cheryl Cole. 4/5

13. Just a Fool (with Blake Shelton): 'Another shot of whiskey please bartender'... Porque será que esta é minha letra favorita em todo o disco? Será a sensualidade denotada nas vozes de Aguilera e Shelton? Porque ambos casaram bem juntos! Miranda Lambert deve começar a se preocupar! Hahaha. Just a Fool era uma das faixas que eu estava mais ansioso para ouvir, pois marca a primeira influência country na música da Christina e... Cá entre nós, ela não decepciona em nenhum estilo! Do pop à retrô, do country à eletrônica, ela arrasa!! 5/5

14. Light Up The Sky (Faixa Bônus): Light Up The Sky é o hino de glória que inaugura as faixas bônus da Versão Deluxe, e minha faixa favorita! É uma balada mid-tempo com letras simples, mas bonitas, e uma nota final de deixar impressionado até mesmo quem era maturo o suficiente para passar pela época do Stripped! Uma pena não ter sido incluída na edição Standard como faixa final pois, apesar de ser extremamente boa, Just a Fool não conclui bem um álbum. 5/5

15. Empty Words (Faixa Bônus): Assim como Army Of Me é a nova Fighter, Empty Words é a regravação de Beautiful. NUNCA tão impactante ou dominadora quanto a versão original, mas ainda assim uma mensagem de força para aqueles que sofrem bullying e todo o preconceito devido às próprias diferenças. 4/5

16. Shut Up (Faixa Bônus): Sabe aquela pessoa que fala, fala e fala, e você só quer ter um interruptor na mão para tirar a voz da mesma quando quiser? Rsrs... Pois é! Shut Up, que não poderia ser mais sugestiva, é sobre isso! Com um coro masculino no refrão e letras polêmicas (mas não tanto quanto Circles), a canção conclui a Versão Deluxe com um ar imaturo e inofensivo, prometendo mais. É quase a Bobblehead do Lotus4/5

17. Your Body - Martin Garrix Remix (Faixa Bônus): Remixes... Sempre decepcionando FEIO. Precisa mesmo comentar sobre este? Vamos apenas dizer que... Estraga mais que nunca a versão original. 1/5

Ficou claro para mim (e talvez para todos) que Christina quis refazer a era Stripped e, apesar de ter errado a mão em poucas faixas, acertou em cheio em muitas outras! Não me importo que sejam regravações de selecionadas canções da época dourada de sua vida (ou uma versão mais matura da capa 'dirrty' do álbum de 2002), contanto que sejam boas! Mas isso não quer dizer que Lotus não tenha uma originalidade e ar próprio...
Agora só resta esperar que todo o esforço da Christina e a reza de seus fãs vingue! Rsrs...

Christina Aguilera - Bionic

Inaugurando novo cronograma (uhuu!!)
E, como o combinado, na segunda teremos uma resenha musical e, na terça, uma literária (que já está pronta, só falta ser editada - ficou meio grandinha, rsrs - e postada!).
Então, eu estava com dúvida sobre qual álbum resenhar esta semana, e decidi ir por aquele que mais ouvi!!
Que é...
Seguindo o especial "Meus Flops Favoritos", logo após Young Foolish Happy, temos Bionic, de Christina Aguilera, lançado em 2010 e precedido pelo lead single Not Myself Tonight. Sinceramente, não sei porque o álbum fracassou em vendas! Digo, as músicas são todas ótimas, com exceção de umas ou outras, mas este flop em especial eu realmente não entendi!!
Vamos à resenha?
01. Bionic: O disco já abre com a faixa-título e uma batida eletrônica meio mid-tempo, meio futurista. A letra é rápida e sexy, no melhor estilo Cannibal, de Ke$ha, e você rapidamente fica envolvido pelo refrão, bem como a parte em que a artista fica repetindo X-T-T-T-I-I-N-A-A-A. Com certeza um dos melhores pop's que já ouvi!! Devia ter virado single! Sem dúvida atingiria um Top 10 na Billboard, senão o 1º lugar. De 0 a 5: 5.
02. Not Myself Tonight: A segunda faixa continua o ritmo animado de Bionic, e atende pelo nome de Not Myself Tonight. Também é o primeiro single do trabalho, e o videoclipe para a canção até chegou a ser comparado ao estilo da Lady Gaga, mas, sinceramente, não vi a conexão!! Christina só interpretou uma imagem sexy (tudo bem, excessivamente sexy e com umas coisinhas muito sugestivas), mas não sei como isso pode ser ligado à Gaga! Eu particularmente adoro a música (tanto a letra e a batida quanto o videoclipe), só não gosto do finalzinho, que estraga um pouco a diversão do ouvinte! Ah, vamos lá! Diga que não ficou incomodado com a "falha" na música durante o alto alcance de voz da Christina ou os gemidos na conclusão, que parecem durar uma eternidade, quando a música já acabou satisfatoriamente? De 0 a 5: 4.
03. Woohoo (Feat. Nicki Minaj): Esta era uma das músicas que eu estava mais ansioso para ouvir quando coloquei o Bionic para tocar pela primeira vez, simplesmente por ser um feat. com a magnífica Nicki Minaj!! Woohoo mantêm a leveza e descontração de Bionic e Not Myself Tonight, mas a letra não conseguiu me cativar o bastante, e o tamanho da música só contribuiu para a mesma perder uns pontinhos!! O problema aqui não é uma duração mínima, de 1 mísero minuto. Ao contrário. São quase seis. Algo que acho exagerado pacas para uma canção que já teria sua devida finalização, tipo, no terceiro minuto. Com Woohoo é assim: quando você pensa que a música vai acabar, vêm outro verso!! De 0 a 5: 3.
04. Elastic Love: O disco prossegue o tema sexy e club com a faixa indie-pop Elastic Love. Não gosto de indie, e, exatamente por isso, a música não foi lá muito bem recebida por mim. Achei uma das piores, e muito chata! A letra também é bobinha, e a voz de Aguilera está muito baixa e fraca. De 0 a 5: 1.
05. Desnudate: Desnudate é um pop que mistura o inglês e espanhol, algo que raramente aprovo, mas que Christina gosta de utilizar muito em suas composições. A música não é lá essas coisas, porque acho a letra muito aquém das capacidades de artista de Aguilera, mas a batida até que é envolvente. De 0 a 5: 3.
06. Love & Glamour (Intro): Algo que todos devem saber é: Christina praticamente ama fazer melodias intro antes de algumas músicas em seus discos, que geralmente duram segundos, no máximo um ou dois minutos, e são uma espécie de prévia da faixa seguinte, podendo ser uma conversa, só instrumental ou uma pequena canção. Por isso seus álbuns têm de 18 a 20 faixas, não menos que isso (exceto o primeiro da carreira, Christina Aguilera). Não sou lá muito fã disso, principalmente porque a adição dessas faixas intro não acrescenta nada ao álbum, só o deixa com uma duração maior! Love & Glamour dura 47 segundos e é uma espécie de diálogo/entrevista de Aguilera com alguém, o que é completamente desnecessário! De 0 a 5: 1.
07. Glam: Glam, após ser introduzida por Love & Glamour, mostra-se ser um pop calmo e baixo, mas que não deixa de explorar a voz de Aguilera (embora só no fim), e a letra, apesar de não ter nada de especial, expressa bem a personalidade de sua autora: uma pessoa perfeccionista, que se acha bonita não importando o que os outros dizem (bem, bonita ela é mesmo, rsrs), e segue sua própria religião: o Fashion! Palavras dela, não minhas... De 0 a 5: 3.
08. Prima Donna: Após uma pequena rodada de músicas medianas, Bionic volta a tocar a todo vapor com Prima Donna, uma faixa que segue levemente a linha da faixa-título e Not Myself Tonight. A letra ainda não têm nada de especial, apenas Aguilera afirmando que é uma Prima Donna (primeira dama), e que pode dominar o mundo por ser melhor que os outros ao seu redor - adoro a forma como ela é sincera sobre ser tão mean girl!! - mas a forma como a música é conduzida pelos fortes vocais da artista e o viciante refrão (que fica remanescente em sua mente após o término da faixa), fazem Prima Donna ter uma boa pontuação ao meu ver! De 0 a 5: 4.
09. Morning Dessert (Intro): Como podem ver pelo título, Morning Dessert é outra faixa-intro! Totalmente desnecessária, e que, se fosse o caso e Aguilera preferisse, podia ter juntado com a próxima, Sex For Breakfast, e feito uma única música, já que a letra é praticamente a mesma!! De 0 a 5: 2.
10. Sex For Breakfast: Sex For Breakfast abre a ala de baladas e contra-baladas do disco, embora não seja pertencente a nenhum dos dois gêneros, e esteja mais para um pop urbano simples, mas que se destaca pela... Hum... Especificidade da letra (esta é a palavra certa?). Bem, vejam só a história: Christina se separou do marido, com quem teve o filho Max, e ela sente falta do sexo matinal que eles tinham logo antes de irem para o trabalho... E canta descaradamente sobre isso, com frases como não vou deixar você dormir/ te quero fundo dentro de mim - logo irei sentir seu mel fazer meu suco fluir/ creme de framboesa, tão irreal tão faminta por você/ você me prova, e eu provo você. Eu só fiquei rindo enquanto ouvia, e não conseguia parar mais, embora a letra fosse lenta e relaxante!! Talvez por isso - por Aguilera não ligar em colocar uma coisa dessas num álbum, e que se danem os críticos - que acho Sex For Breakfast a letra mais genial de todo o álbum! Mas não minha preferida. De 0 a 5: 4.
11. Lift Me Up: Começam as baladas, e Lift Me Up prova outra vez a capacidade vocal e criativa de Aguilera, com uma letra emocionante, mas que não dá muitas pistas sobre o que se trata. Tipo, era sabido que, com a separação, Bionic traria algumas músicas depressivas, e Lift Me Up certamente é sobre superação, mas os fãs ficaram meio confusos! Aqui Aguilera meio que diz, nas entrelinhas, que precisa de seu ex-marido para Erguê-la, mas, em outras canções, como You Lost Me e Stronger Than Ever (que ainda estão por vir na tracklist), ela se mostra independente e uma mulher forte, que sabe o que quer. Já em Lift Me Up... Sério, isso realmente bagunçou meus neurônios!! Ela ainda o ama ou não? Mulheres... De 0 a 5: 4.
12. My Heart (Intro): Outra faixa intro, e que desta vez bate o recorde de falta de utilidade!! Dez segundos, e tudo girando em torno do filho de Aguilera, Max, sendo incitado pelo pai a falar a palavra mama. Sério, isso era realmente necessário??? De 0 a 5: 1.
13. All I Need: All I Need segue a linha de baladas, e, apesar de não ser ruim, é a pior do estilo no disco. Acredito que a voz de Aguilera poderia ter sido mais explorada, como em Lift Me Up. Odeio quando artistas que têm grande e alta capacidade vocal ficam escondidos atrás de melodias baixas e com tons medianos, quase sonolentos!! Christina não saiu disso em All I Need, e são poucas as ocasiões em que coloco a faixa para tocar, mas reconheço o poderio da letra e a sinceridade de sua compositora. De 0 a 5: 3.
14. I Am: I Am continua não explorando a voz de Aguilera, mas, de alguma forma, me identifiquei mais com esta em particular que com All I Need. Porque I Am é uma daquelas melodias com letra fácil e rima mais ainda, tanto que você adivinha a próxima palavra na primeira vez que você ouve!! Nada de especial, mas boazinha de ouvir, principalmente quando você está tentando dormir. De 0 a 5: 4.
15. You Lost Me: CHRISTINA AGUILERA É A MELHOR COMPOSITORA DE TODOS OS TEMPOS!!! Sério, se você se julga um fã de pop e de baladas, TÊM de ouvir You Lost Me. A música fala, logicamente, sobre perda (novamente a coisa da separação), e Christina estilhaça seu coração com os vocais mais poderosos do mundo e um sofrimento quase palpável, tão real quanto em Skyscraper, da Demi Lovato. You Lost Me serviu também como segundo e último single do álbum, devido às vendas baixas, substituindo Woohoo na última hora. Não preciso dizer que é minha preferida do disco, né? Novamente, SEMPRE AS BALADAS. De 0 a 5: 5!!! #LÓGICO o.-
16. I Hate Boys: Abandona-se as baladas e volta-se para o mesmo pop de sempre, para infelicidade de alguns!! (T-T) I Hate Boys volta a não trazer nada de especial (tanto na letra quanto na batida), e a voz nem parece a de Aguilera aqui! Sério, já chegou a hora dela parar de criar composições muito teens, se é que me entendem. Ela é crescida, não mais a garotinha que cantou os hits Genie In A Bottle e What A Girls Wants, lá em 1999, e devia investir mais nas baladas, que é onde sua voz passa a ser realmente valorizada! Fraquinha... De 0 a 5: 2.
17. My Girls (Feat. Peaches): My Girls, com Peaches, é a pior faixa do disco. Nem sei se posso falar isso. Eu nunca realmente ouvi a música. Porque toda vez que ela toca, eu perco totalmente a atenção na letra, na batida, em tudo... Além disso, é incrivelmente entediante! Devia ter ficado para as faixas bônus da Deluxe Edition. De 0 a 5: 1.
18. Vanity: A última faixa (na tracklist da Standard Edition) atende pelo nome Vaidade, e, como eu esperava, Christina se mostra uma B-I-T-C-H, em grandes letras garrafais e vermelhas, aqui. Ela canta sobre ser a mais bonita de todas, sobre ignorar as críticas sobre seu estilo de vida fashionista e egoísta, sobre ser A melhor (novamente). Muitas pessoas podem achá-la superficial e sem alma (acreditem, eu também acho às vezes), mas quem têm o poder de julgá-la? Muitos artistas são assim hoje em dia, e apenas Christina É QUEM É PUBLICAMENTE e NÃO TEM MEDO DE JOGAR ISSO NA CARA DA CRÍTICA. Vanity me fez rir ainda mais que Sex For Breakfast, e é legal também a surpresinha no fim da música... Bem, é claro que não vou dizer o que é! Terão de ouvir para descobrir!! Hehe... De 0 a 5: 4.

Faixas Bônus da Deluxe Edition

19. Monday Morning: Monday Morning abre as faixas de Luxo com sua batida à là anos 80, divertida e dançante, mas ao mesmo tempo relaxante, e que lembra muito velhos sucessos de Madonna (não sou muito fã dela, mas é claro que já ouvi Like a Virgin e Material Girl - o.O). Legalzinha!! De 0 a 5: 3.
20. Bobblehead: KKKKKKKKKKKKKK. Juro morro de rir TODA SANTA VEZ que escuto essa música! When you talk all I hear is qua-qua-qua-qua-qua... Divertida, mas TOLA! Mil vezes TOLADe 0 a 5: 3.
21. Birds Of Prey: Gótica. Sombria. Dançante. Divertida. Relaxante. Feliz. Deprimente. Birds Of Prey é tudo e nada ao mesmo tempo. É uma daquelas canções que "mudam de temperamento" junto com você. Já conheceram um dessas ou é só eu? Rsrs... Quando estou pra baixo, Birds Of Prey é a canção mais triste do mundo. Quando é o contrário, parece um hit ainda maior que TiK ToK!! Alguém me dá uma explicação racional?? Jeez, I ♥ this song! De 0 a 5: 5.
22. Stronger Than Ever: Segue a linha de baladas no estilo de Lift Me Up e You Lost Me, mas dá a impressão de acabar rápido demais. Não sei, esperava um pouco mais. Vocais OK, letra OK, ritmo OK. Mas têm algo - algo na música como um todo - que a faz ficar inferior às outras baladas do disco. Mais uma na lista dos fenômenos que não consigo explicar! Hehe... De 0 a 5: 4.
23. I Am (Stripped): I Am (Stripped) é a mesma música chamada I Am, da edição Standard. Ela só mudou a batida de fundo, animando-a um pouco, mas ainda não fazendo a canção perder a qualidade de balada. Pra mim, não mudou muita coisa, e I Am (Stripped) podia ter ficado fora da tracklist!! De 0 a 5: 4.
Bionic recebe, de 0 a 5: 3 (avaliação do Windows Media Player), 4 (avaliação do iTunes).
No fim, Bionic é um ótimo exemplar da cultura pop, mesmo sendo um fracasso comercial e tendo produzido apenas dois singles (Not Myself Tonight, que chegou à 28º posição na Billboard, e You Lost Me, que sequer entrou para a Billboard), e ser julgado como o pior da carreira dela pelos críticos, não acho isso mesmo!! Christina só lançou quatro álbuns de estúdio desde 1999, e, na minha opinião, a lista de melhores é liderada por Stripped (2002), seguido por Bionic (2010), Back to Basics (2006) e Christina Aguilera (1999 - não sou lá muito fã do pop nos anos 90!!).
Resenha de O Trono de Fogo amanhã!
Fiquem ligados!

...c u soon,
vdc